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setembro 20, 2021 JSUncategorized0

Instituto Otovida / Espaço CONMVIDA recebeu a visita da vereadora de Florianópolis Cíntia Mendonça da Coletiva Bem Viver.

Na pauta, uma conversa sobre a construção de caminhos em favor da garantia de direitos da pessoa com deficiência auditiva.

Na Foto com a vereadora, Janaína Massignani – Presidente do Instituto Otovida, Júlia Ramos – administradora Instituto Otovida, Silvana Pires – assistente social, Brenda Coelho – Professora Libras e Carolina Cheis – Psicóloga.

O Espaço CONMVIDA acolhe, orienta e apoia pessoas com deficiência auditiva, surdas e seus familiares nos grupos de apoio, atendimentos psicossocial, jurídico, ensino de libras, acompanhamento familiar. Um trabalho realizado com o objetivo de diminuir as barreiras da comunicação juntamente com o fortalecimento dos vínculos familiares.


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Muitas pessoas acreditam que toda tontura é labirintite, mas não é verdade. A labirintite é uma doença do ouvido interno, que é definida pela infecção do labirinto. O termo correto da “labirintite” é labirintopatia ou vestibulopatia.

Existem diversas doenças do labirinto como VPPB (vertigem posicional paroxística benigna), migrânea vestibular, cinetose, insuficiência vertebrobasilar, síndrome de Meniére, neurite vestibular, entre outros.

Para cada diagnóstico há um tratamento diferente, podendo ser feito com medicamentos, fisioterapia e readequação da dieta.

No INSTITUTO OTOVIDA temos profissionais especializados em cuidar de você!!!


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No ambulatório de saúde auditiva os profissionais do Instituto Otovida realizam o monitoramento do paciente que utiliza aparelhos auditivos.

Fornecemos informações sobre as dificuldades e facilidades do usuário e a utilização dos mesmos, mostramos a evolução do uso diário do aparelho – do ponto de vista do paciente, considerando não só o grau de satisfação, mas também as limitações de atividades básicas, a restrição de participação, o impacto do problema auditivo nos outros e na qualidade de vida, assim como a evolução do uso da amplificação sonora, considerando sua utilização na rotina diária, a melhora nas atividades mais limitadas, como em locais mais barulhentos e, principalmente, se há diminuição do impacto que a perda auditiva, além do benefício e do grau de satisfação do paciente.


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Processamento Auditivo Central (PAC) é o caminho que o som percorre desde a orelha externa, passando pelas vias auditivas centrais, até chegar ao cérebro, onde é decodificado e compreendido. Ou seja, o som entra na orelha vai até o cérebro e lá ele vai ver se consegue ser entendido. Durante este trajeto, que o som percorre por estas vias auditivas, o indivíduo detecta, discrimina, localiza, identifica, reconhece o som e por fim interpreta o que ouviu, ocorrendo então o Processamento Auditivo Central.

E o Distúrbio do Processamento Auditivo Central – DPAC – é uma dificuldade que o sujeito tem em lidar com as informações que chegam através da audição. É um transtorno funcional da audição, no qual o indivíduo detecta os sons normalmente, mas tem dificuldades em entendê-los, ou seja, uma dificuldade em processar a informação auditiva da forma correta. Pode estar associado à dificuldade de ouvir, de entender a fala, de desenvolver-se linguisticamente e à dificuldade no aprendizado escolar.

Portanto o DPAC não é uma doença é uma condição na qual a criança/adulto está, e essas habilidades podem ser desenvolvidas com terapia fonoaudiológica.

 

Patrícia Almeida – Fonoaudióloga Instituto Otovida


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A audição é uma das principais formas de conexão da criança com o mundo. É por meio da audição que a criança desenvolve a linguagem oral e aprende a falar.

A audição já está formada desde a gestação. Na gravidez, o bebê é capaz de reconhecer a voz da mãe e quando nasce, aos poucos começa a descobrir de onde cada som está vindo, e quem ou o que o está produzindo.

Como saber se o bebê ouve bem?
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A triagem auditiva neonatal conhecida como teste da orelhinha é a única estratégia que permite a identificação precoce de bebês com perda auditiva. É um procedimento simples, rápido e indolor que avalia a audição do bebê.

Quais as principais causas da perda auditiva neonatal?

Existem diversos fatores de risco associados à perda auditiva no neonatal, dentre eles os mais comuns são infecções da mãe durante a gestação, história familiar de surdez, prematuridade, peso ao nascer menor de um 1.500g, internação por cinco dias ou mais em UTI neonatal, uso de determinados antibióticos, entre outros.

Se o bebê se assusta com som alto é sinal que ouve bem?

Não necessariamente. Existem vários graus de perda auditiva. O bebê pode ter uma perda auditiva leve ou moderada e ainda assim assustar-se com sons altos. As perdas auditivas leves ou moderadas podem causar atraso no desenvolvimento da linguagem.

No INSTITUTO OTOVIDA realizamos exames e temos profissionais especializados em cuidar de você!!!


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agosto 9, 2021 JSUncategorized0

A perda auditiva no idoso, faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. Isso acontece, devido à morte de algumas células auditivas. Cerca de 11% dos pacientes entre 44 e 54 anos já apresentam alguma perda auditiva. Este percentual sobe para 25% entre as pessoas de 55 e 65 anos e chega a quase 50% da população com mais de 70 anos.

Componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo de perda progressiva da audição ao longo da vida.

Por isso, no decorrer do dia-a-dia cuide da sua saúde e da sua audição. Previna-se da perda auditiva na terceira idade!

No INSTITUTO OTOVIDA temos profissionais especializados em cuidar de você!!!


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O tratamento cirúrgico para ronco e apneia do sono é a modalidade de tratamento que mais tem evoluído nos últimos anos: SLEEP SURGERY (cirurgia do sono) – e tem recebido cada vez mais atenção nas principais universidades de referência nesta área, como as Universidades da Pensilvânia e Stanford, nos Estados Unidos. A tendência atual são as cirurgias que tanto desobstruem as vias aéreas quanto reforçam a musculatura da garganta , destacando-se as cirurgias minimamente invasivas, com uso de laser ou mesmo cirurgia robótica, que acredite, já é uma realidade. Vale ressaltar que ainda hoje o tratamento de referência é o CPAP, mas para os pacientes que não querem ou não se adaptam a essa modalidade de tratamento, a cirurgia é uma opção cada vez mais eficaz.


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O serviço de Saúde Auditiva do Estado de Santa Catarina aumentou a oferta mensal de vagas de 423 para 707 entre 2019 e 2021, o que representa 67% a mais de atendimentos, e distribuiu aparelhos auditivos para a população catarinense. A fila de pacientes graves diminuiu 83%. O avanço se deu por conta de investimentos que ultrapassam R$ 6,2 milhões.

Um comparativo elaborado pela Área Técnica de Saúde da Pessoa com Deficiência da Superintendência de Serviços Especializados e Regulação (ATPCD/SUR) apontou repasses de R$115 mil e R$6.110.657,32 em 2020, aprovados em Comissão Intergestores Bipartite (CIB) pelas deliberações nº 006/2020 e 146/2020, respectivamente.

Com o recurso, revertido em avaliações e fornecimento de aparelhos auditivos para pacientes com problemas de acuidade auditiva, foi possível reduzir a fila de espera de pacientes graves de 109 em 2020, para 18 em 2021. Na avaliação da coordenadora da ATPCD, Jaqueline Reginatto, “observa-se uma significativa redução de 83% do número de pacientes classificados em vermelho, que são o grupo mais grave e inclui crianças em idade escolar e pacientes com meningite.”
Outra melhora está no tempo de espera pela reposição de aparelhos, que em 2019 era de 12 meses, agora varia entre 6 a 8 meses. Esses pacientes são classificados em amarelo, junto com aqueles que apresentam perda auditiva bilateral e pessoas em idade laboral. A fila que era de 3.584 pessoas em 2020, baixou para 2.140 em 2021, representando uma diminuição de 40% em um ano.

A classificação contempla ainda idosos acima de 65 anos e aposentados com perda auditiva bilateral, na cor verde, e pacientes com perda unilateral ou sem critério para utilização de aparelho, na cor azul.

O superintendente de Serviços Especializados e Regulação, Ramon Tartari, destaca que essas conquistas beneficiam crianças em idade escolar com ganho de aprendizagem, adultos em idade laboral com condições de estarem no mercado de trabalho, além de idosos: “permanecemos estudando alternativas de reduzir ainda mais a fila e o tempo de espera das pessoas acometidas por problemas de acuidade auditiva”.

Ass. Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde.


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A área médica de otorrinolaringologia é uma especialidade dentro da medicina que estuda doenças do ouvido, nariz e garganta.

Normalmente, um paciente consulta um otorrino se tem sintomas relacionados com essa parte do corpo e doenças como sinusite, faringite, otite, entre outras.

No entanto, existem ramificações de estudo mais específicas dentro da otorrinolaringologia. Uma delas é a otoneurologia – uma área dedicada ao estudo do equilíbrio corporal e do sistema auditivo, que quando afetados podem provocar sintomas como tontura, zumbido e perda de audição.

Recomenda-se consultar um otoneurologista caso apresente alguns desses sinais. Este especialista consegue identificar e diagnosticar com mais precisão qual distúrbio vestibular o paciente tem e, assim, indicar o tratamento mais adequado para o caso.

No Instituto Otovida temos dois Otorrinos especialistas em Otoneurologia:

*Drª. Cristiane Popoaski (CREMESC 17831 – RQE 13633);

*Dr. Evandro Manoel (CREMESC 15867 – RQE 11949).


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