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Em tempo de Coronavírus, precisamos ter atenção redobrada com a higiene dos aparelhos auditivos e implantes cocleares – afinal manuseamos os aparelhos com as mãos pelo menos duas vezes por dia, fora todas as outras vezes que os tocamos sem nem perceber!

1 – A higiene das mãos deve ser IMPECÁVEL antes de tocar nos seu aparelho auditivo ou implante coclear. Lave-as com água e sabão antes de colocar os aparelhos pela manhã, antes de trocar pilhas ou baterias em casa e antes de retirar seus aparelhos para tomar banho ou dormir. Mãos sempre limpas – dê um jeito de lembrar disso quando pensar nas suas próteses auditivas!

2 – Uma boa dica é usar desumidificador elétrico, que além de desumidificar também esteriliza seus aparelhos auditivos ou implantes!

3 – único produto que deve ser usado na limpeza de aparelhos auditivos e implantes cocleares é o álcool isopropílico. Nenhum outro. Esse álcool contém uma porcentagem de água de menos de 1% – removendo a oleosidade e não comprometendo seu funcionamento
Esqueça os produtos de limpeza tradicionais, que são corrosivos e abrasivos.

4 – Algumas marcas de aparelhos auditivos vendem lencinhos anti-bacterianos. Pode ser uma boa saída tê-los na bolsa sempre, pois se você precisar tocá-los na rua esses lencinhos garantem a limpeza pós toque de emergência.

Fonte: Paula Pfeifer Moreira


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Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água acumulada no ouvido – além do grande incômodo, pode ser indício de algum problema
A dor de ouvido após contato com água pode significar o início de uma infecção local – alertam os otorrinolaringologistas do Instituto Otovida. É importante lembrar que é recomendável o uso de analgésico para aliviar a dor, mas nunca fazer uso de solução caseira no ouvido, pois pode piorar o quadro.
Esse tipo de otite se chama otite externa, pois o contato com água ocorre associado às altas temperaturas. Aumenta a umidade local, removendo a barreira de proteção da pele, permitindo a entrada de agentes infecciosos, assim é comum o aumento dos casos no verão.
Os casos de otite externa se apresentam com dor, coceira, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição e, por vezes, presença de secreção. Se a pessoa reclama de água no ouvido e dor, procure um médico especializado.

Água Doce

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.
Dicas dos nossos Otorrinolaringologistas:
* Evite manipular o ouvido com hastes flexíveis;
* Seque o conduto auditivo após o contato excessivo com a água;
* Use protetor auricular ao nadar;
* Evite a automedicação. O uso de medicações caseiras ou apenas de anti-inflamatórios pode acarretar a piora da infecção local e sua extensão para toda a orelha;
* O tratamento correto é baseado em uso de gotas otológicas tópicas. As gotas otológicas são medicações que contém antibióticos não podendo ser compradas sem receita. Durante o tratamento, evite o contato com a água e manipulação da orelha.

Fatos sobre as otites

* Oito em cada 10 crianças têm algum episódio de dor de ouvido até os 6 anos de idade;
* As crianças, por suas características anatômicas, têm um risco maior do que os adultos de desenvolverem otites;
* A natação é uma das atividades físicas mais comuns na infância e pode estar relacionada a um aumento na incidência de otites externas.

Dor de Ouvido

É comum vermos os termos “dor de ouvido” e “otite” usados como sinônimos, mas é importante entendermos a diferença entre eles. Enquanto dor de ouvido (otalgia) é o sintoma que leva alguém a procurar atendimento, otite se refere a um processo inflamatório do ouvido e pode ser de dois tipos: otite externa e otite média.

OTITE EXTERNA é a inflamação do canal auditivo, que começa no orifício visível da orelha e termina cerca de dois centímetros para dentro. Esse é o tipo de otite mais comum nos meses quentes de verão, devido aos banhos de mar e piscina. A otite externa é uma inflamação da pele que reveste as paredes desse canal. Uma das causas mais comuns para essa inflamação é o excesso de água ou umidade acumulada. Outra causa costuma ser o mal hábito de se introduzir instrumentos de qualquer tipo para limpeza dos ouvidos.
OTITE MÉDIA é uma inflamação mais profunda e sem relação com a entrada de água nos ouvidos. Neste caso, a parte inflamada é interna ao tímpano, numa cavidade protegida da entrada de água. A otite média não tem relação com a entrada de água e normalmente é causada por inflamações do nariz e da garganta, causadas por alergias, refluxo gastresofágico, vírus e bactérias. Devido a maior incidência de gripes e resfriados no inverno, a otite média é mais comum nos meses mais frios do ano.

Prevenção das Otites Externas

* Tendo o diagnóstico de otite externa, não se deve praticar natação ou deixar cair água dentro do canal auditivo durante o tratamento. Em crianças pequenas, mesmo o banho deve ser dado com atenção. Pode ser indicado usar algum tampão auditivo ou um algodão embebido em substância oleosa para vedar o ouvido durante o banho.
* Crianças com otites externas repetidas devem tomar mais cuidado e devem secar as orelhas. O importante é que o ouvido fique seco por dentro. O maior problema não é a água que entra nos ouvidos, mas a água que fica lá por um tempo longo, criando condições ideais para o desenvolvimento de bactérias ou fungos.
* Não introduza nenhum instrumento para limpar ou coçar o interior dos ouvidos. Além do risco de lesar a pele, a remoção da camada de sobre a mesma, deixa-a desprotegida e mais propensa a se infectar quando em contato com a água.

Prevenção

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.


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Quase todo mundo já teve dor de ouvido alguma vez na vida. As principais causas desse problema são inflamações provocadas por trauma, manipulação ou excesso de umidade. Infecções causadas por fungos, bactérias ou vírus, e mesmo excesso de cera também podem provocar dor. Confira alguns mitos e verdades:

DOR DE OUVIDO PODE ESTAR RELACIONADA À SAÚDE BUCAL

VERDADE – Existem dois nervos longos que passam pelo ouvido e pela garganta, ou seja, as duas regiões estão interligadas. Problemas bucais, como gengivite ou amidalite, por exemplo, podem provocar dor de ouvido ou disfunção na articulação temporomandibular (ATM), que liga a mandíbula ao crânio. Através desses nervos, uma dor pode irradiar tanto do ouvido para a garganta como fazer o caminho inverso.

 

A LIMPEZA DO OUVIDO DEVE SER FEITA COM HASTES FLEXÍVEIS (COTONETES)

MITO – Hastes flexíveis só devem ser usadas nas dobras das orelhas, e não introduzidas no canal do ouvido, já que podem criar fissuras na pele e facilitar a entrada e proliferação de bactérias. Além disso, elas podem romper o tímpano, membrana que veda o fundo do canal auditivo e protege a cavidade do osso do ouvido. A perfuração do tímpano pode resultar em infecções, dor de ouvido e até surdez.

 

ANDAR DE CARRO COM O VIDRO ABERTO E TOMAR VENTO PODE CAUSAR DOR DE OUVIDO

VERDADE – Isso acontece porque o frio favorece a contração dos músculos e tecidos que envolvem o canal do ouvido e deixa a pele mais sensível. Essa contração é o que provoca a dor. Não se trata de otite (infecção de ouvido), apenas dor no canal auditivo. A dica é se agasalhar, usar gorro e evitar sair com o cabelo molhado no frio.

 

DOR DE OUVIDO NÃO TEM NADA A VER COM GRIPE

MITO – Dor de ouvido e gripe podem estar relacionadas, já que as secreções geradas por gripes, resfriados e sinusite podem migrar para o canal auditivo e provocar dor. Além disso, as inflamações das vias aéreas favorecem a proliferação de bactérias e vírus que provocam otite e também causam dor.

 

COMPARTILHAR FONES DE OUVIDO NÃO CAUSA INFECÇÃO

MITO – Compartilhar fones de ouvido pode, sim, causar infecção, pois existe o risco de contrair alguma bactéria do ouvido da outra pessoa. Outro fator que pode causar danos auditivos é o volume do som. A recomendação é deixar os fones em um volume em que a pessoa ao lado não escute sua música (o que, além de saudável, é educado).

 

Portal Drauzio Varella


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Além de rinites e sinusites poderem aparecer na estação mais quente do ano, a gripe também pode acometer você no verão. Com as altas temperaturas, em que a vontade das pessoas é de passar o dia na praia, piscina ou em um ambiente com ar-condicionado, também é preciso tomar certos cuidados para se prevenir de algo que pode interromper seu tempo de descanso e diversão.


Instituto Otovida

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