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Não!
Veja o que fazer, mas principalmente o que não fazer!
Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água acumulada no ouvido – além do grande incômodo, pode ser indício de algum problema.
A dor de ouvido após contato com água pode significar o início de uma infecção local – alertam os otorrinolaringologistas do Instituto Otovida.
Esse tipo de otite se chama otite externa e se apresentam com dor, coceira, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição e, por vezes, presença de secreção. Se houver água no ouvido e dor, procure um médico especializado.
Dicas dos nossos Otorrinolaringologistas:
* Evite manipular o ouvido com hastes flexíveis;
* Seque o conduto auditivo após o contato excessivo com a água;
* Use protetor auricular ao nadar;
* Evite a automedicação. O uso de medicações caseiras ou apenas de anti-inflamatórios pode acarretar a piora da infecção local e sua extensão para toda a orelha.
Durante o tratamento, evite o contato com a água e manipulação da orelha.
O importante é que o ouvido fique seco por dentro. O maior problema não é a água que entra nos ouvidos, mas a água que fica lá por um tempo longo, criando condições ideais para o desenvolvimento de bactérias ou fungos.
ATENÇÃO: Não introduza nenhum instrumento para limpar ou coçar o interior dos ouvidos. Além do risco de lesar a pele, a remoção da camada de sobre a mesma, deixa-a desprotegida e mais propensa a se infectar quando em contato com a água.

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Os pais devem ter atenção com objetos que crianças colocam no ouvido, e quando acontecer – a recomendação é levá-los ao otorrino infantil para evitar maiores danos.

O ouvido direito é o preferido das crianças, que costumam colocar, especialmente, pedras, grãos de milho e feijão, algodão, brincos, tarraxas e pilhas.

Então, mamães e papais, ATENÇÃO com os pequenos em casa.

Esse tipo de situação é grave, porque pode levar a perfuração do tímpano, infecção de ouvido, dor e até surdez.

Os especialistas reforçam que os pais devem ficar atentos caso a criança leve a mão ao ouvido com frequência, tente coçar ou retirar o objeto com o dedo ou comece a se queixar de dor de ouvido.

Dependendo do grau da inflamação, pode ocorrer febre, além de sangramento e até mesmo edema e secreção no conduto auditivo externo.

A retirada do objeto exige muito cuidado, pois o canal auditivo é estreito e existe pouco espaço para o instrumental e o corpo estranho e, muitas vezes, a retirada precisa ser feita depois de sedação em um centro cirúrgico.


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Todas as pessoas devem incluir o exame auditivo no seu check up anual de saúde: desde crianças até idosos, para garantir o seu bem-estar e a qualidade de vida.

A perda da audição acontece de forma gradativa, na maioria dos casos, e, por isso, nem sempre a pessoa se dá conta de que está com dificuldades para ouvir. No caso das crianças, é ainda pior para os pais identificarem esses problemas pois dependem de uma atenção ainda maior.

Alguns casos exigem ainda mais atenção para a realização do exame auditivo com ainda mais frequência, que são:

*Pessoas que têm predisposição a ter perda auditiva, em função da hereditariedade ou de doenças relacionadas, por exemplo, essa necessidade se faz ainda mais fundamental para o acompanhamento da saúde auditiva do paciente.

*Crianças com idade escolar também devem ser avaliadas anualmente para que não haja prejuízo em seu desempenho acadêmico.

*Quem trabalha em ambientes ruidosos – realize o exame a cada seis meses para checar sua saúde auditiva e ir arquivando os exames para acompanhar se aquele ambiente está trazendo perda auditiva gradativa.

*Pessoas acima dos 40 anos também devem dar uma especial atenção à sua saúde auditiva, pois assim como se realiza exames de sangue e outras consultas anualmente indispensáveis, a perda de audição também está frequentemente associada ao envelhecimento humano.

Agende sua consulta! A avaliação anual da audição é extremamente importante para detectar de forma precoce uma possível perda auditiva. Nós do Instituto Otovida somos especialistas em cuidar de você! 😉💚


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A otite externa, também conhecida como “ouvido de nadador”, é uma inflamação da pele do canal auditivo externo, que transporta os sons do exterior ao tímpano.

Geralmente, a otite só ocorre quando o nosso ouvido está em contato com a água de forma intensiva, como na praia ou na piscina, favorecendo assim o desenvolvimento de fungos e bactérias.

Outras vezes, a otite é o resultado de alergias, eczemas, feridas por arranhões ou danos com objetos afiados.

Veja abaixo os principais sintomas e como prevenir a otite:

O principal sintoma da otite externa é a dor de ouvido, que pode variar de um simples incomodo até uma dor severa.

As vezes o ouvido drena, o que dificulta a audição quando se junta com outras impurezas ou com a própria inflamação.

Ao tomar banho, seque perfeitamente os ouvidos com a toalha ou secador.

Não limpe o ouvido com qualquer objeto.

Não tente eliminar a cera pelas suas próprias vias.

Se algum dos sintomas de otite acima descritos aparecerem consulte um médico, no Instituto Otovida temos os melhores especialidades para atender você.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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