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A otite externa, também conhecida como “ouvido de nadador”, é uma inflamação da pele do canal auditivo externo, que transporta os sons do exterior ao tímpano.

Geralmente, a otite só ocorre quando o nosso ouvido está em contato com a água de forma intensiva, como na praia ou na piscina, favorecendo assim o desenvolvimento de fungos e bactérias.

Outras vezes, a otite é o resultado de alergias, eczemas, feridas por arranhões ou danos com objetos afiados.

Veja abaixo os principais sintomas e como prevenir a otite:

O principal sintoma da otite externa é a dor de ouvido, que pode variar de um simples incomodo até uma dor severa.

As vezes o ouvido drena, o que dificulta a audição quando se junta com outras impurezas ou com a própria inflamação.

Ao tomar banho, seque perfeitamente os ouvidos com a toalha ou secador.

Não limpe o ouvido com qualquer objeto.

Não tente eliminar a cera pelas suas próprias vias.

Se algum dos sintomas de otite acima descritos aparecerem consulte um médico, no Instituto Otovida temos os melhores especialidades para atender você.


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A perda auditiva no idoso, faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. Isso acontece, devido à morte de algumas células auditivas. Cerca de 11% dos pacientes entre 44 e 54 anos já apresentam alguma perda auditiva. Este percentual sobe para 25% entre as pessoas de 55 e 65 anos e chega a quase 50% da população com mais de 70 anos.

Componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo de perda progressiva da audição ao longo da vida (presbiacusia).

Por isso, no decorrer do dia-a-dia cuide da sua saúde e da sua audição.

Previna-se da perda auditiva na terceira idade!


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Em vez de limpar, elas empurram a cera cada vez mais pra dentro do conduto auditivo, acarretando sérios problemas e infecções, como as otites, podendo causar até uma perfuração no tímpano.

As orelhas devem ser limpas, após o banho, com uma toalha macia, apenas pelo lado de fora.

A Cera é benéfica e protege os nossos ouvidos, mas somente enquanto não incomodar.

Dependendo da pessoa, algumas nunca precisaram ir ao médico, outras necessitam de lavagens periódicas.

Quando isso ocorre, somente o otorrino poderá limpar mais profundamente.

No Instituto Otovida temos profissionais capacitamos e especialistas em cuidar de você.


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Com o objetivo de estudar o ZUMBIDO para melhor atender e oferecer técnicas atuais de atendimento clínico, o Instituto Otovida realiza, desde 2017, o Grupo de Atenção e Estudo do Zumbido – formado por uma equipe multidisciplinar com fonoaudólogas, psicólogos, fisioterapeutas e médicos otorrinolaringologistas especialistas em otoneurologia.

O Instituto Otovida é um centro de referência na área da saúde auditiva, além de pioneiro no estudo do ZUMBIDO sendo o primeiro grupo do Estado de Santa Catarina – com o principal propósito de oferecer o melhor tratamento aos pacientes.

O ZUMBIDO não é um doença, é um sintoma que é comum a várias doenças ou alterações, e por isso sempre merece uma investigação de sua causa. Pode ser definido como uma percepção sonora na ausência de estímulo acústico externo. Em outras palavras é um som que é percebido, na maioria das vezes, apenas pela própria pessoa e que parece vir de uma das orelhas, de ambas as orelhas, ou simplesmente de “dentro da cabeça”. O zumbido pode ser de vários tipos. Geralmente se parece com um som contínuo, semelhante a um apito, um

grilo, uma cigarra, a um chiaço, um motor, dentre outras definições. Porém, menos comumente, pode se parecer com algo pulsátil, como o bater do coração ou o bater de asas de um inseto, por exemplo. Além disso, uma mesma pessoa pode ter zumbidos diferentes, que podem ser percebidos no mesmo local ou em locais diferentes.

Atualmente cerca de 28 milhões de brasileiros sofrem de zumbido. No mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são 278 milhões de pessoas com o problema.

O Instituto Otovida busca diariamente a qualidade de vida dos seus pacientes e através do GAEZ estuda e trata o ZUMBIDO.

Nas próximastextos iremos conversar mais sobre os estudos realizados pelo GAEZ, assim como os melhores tratamentos.


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A área de Motricidade Orofacial, dentro da Fonoaudiologia, cresceu muito nos últimos tempos tendo se subdividido em muitas outras subáreas. O objetivo principal do trabalho nesta especialidade é a habilitação ou reabilitação das funções orofaciais como a sucção, mastigação, deglutição, respiração e articulação da fala.

Além da melhoria dos hábitos prejudiciais, das posturas e funcionamento das estruturas orais e faciais, outras interfaces de trabalho foram criadas.

Em pacientes com alterações do tipo fissuras palatinas, paralisia cerebral, câncer de cabeça e pescoço e ronco, a Medicina, a Odontologia e a Fonoaudiologia têm realizado um trabalho conjunto bastante integrado.

Os idosos, os bebês de risco, os pacientes com disfagia, paralisia facial, doenças neuromusculares, AIDs e os queimados de face e pescoço, também têm sido alvo do trabalho conjunto entre a Fonoaudiologia e a Medicina.


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Por Sandra Mara Thives – Psicóloga Instituto Otovida

Idosos convivem com medo, ansiedade e solidão.⁣

Pensar em excesso causa ansiedade e estresse. E se não tratados pode se tornar cada vez mais tóxico.⁣

Todos nós estamos vivenciando um luto, precisamos filtrar os estímulos estressantes. ⁣

Muitas vezes o idoso reduz essa habilidade de filtrar… Sendo necessário uma ajuda… Sem a proteção emocional – a chance de desenvolver sintomas diversos aumenta.

A ansiedade crônica pode gerar inúmeros transtornos psicossomáticos e ou sintomas como: ⁣
*doenças autoimune;⁣
*queda de cabelo;⁣
*zumbido;⁣
*taquicardia;⁣
*hipertensão;⁣
*nó na garganta.⁣

Inclusive, é possível que desencadeie ou potencialize algumas doenças psicossomáticas como o infarto e o câncer.⁣

Por isso é necessário que o idoso inclua na rotina diária atividades físicas, higiene do sono, alimentação adequada, horários pré estabelecidos, momentos de contato afetivo por meio da tecnologia, a exemplo da videochamadas, e também leitura de livros, jogos diversos, artesanato.⁣

Se você sentir necessidade de ajuda – procure um acompanhamento especializado.⁣


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Por @beseneduarda

Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) deve ser realizada nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o nascimento, antes da alta hospitalar.

Em bebês sem indicadores de risco para deficiência auditiva é utilizado o exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE). Este exame é capaz de detectar perdas auditivas cocleares de grau leve, até 35dB.

Algumas vezes a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo, podem induzir à falha neste exame. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.

No reteste EOAE, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo.

Caso permaneça a falha, a criança é encaminhada para realizar o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE).


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As infecções respiratórias são as principais vilãs do inverno. Elas representam grande parte dos problemas que surgem nesta época.

Conheça as mais comuns:

  • Bronquite
  • Asma
  • Gripe
  • Resfriado
  • Pneumonia
  • Rinite
  • Sinusite
  • Faringite
  • Amigdalite

PREVINA-SE

  • Procure se alimentar adequadamente para manter sua imunidade elevada.
  • Beba muito líquido.
  • Evite lugares fechados e com pouca circulação de ar.
  • Lave as mãos com frequência.
  • Mantenha a casa limpa, livre de poeira, ácaros, etc..
  • Mantenha o ambiente bem umidificado.
  • Evite fumar.
  • Mantenha as vacinas em dia.

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no inverno? Entre em contato com o INSTITUTO OTOVIDA e envie sua pergunta.


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(…) são mudas

Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. As pessoas surdas apresentam condições físicas e fisiológicas necessárias para falar. Algumas não falam porque não foram ensinadas, outras porque acham que a língua favorece a efetivação e a agilidade na comunicação, e outras ainda por opção.

(…) são muito nervosas

A utilização de gestos, da ênfase na expressão facial, do esforço para falar e da ausência do feedback auditivo (não escutam os sons que emitem), fazem com que os ouvintes imaginem que os surdos estão “nervosos”. Na realidade, estão somente se comunicando, ou tentando se comunicar. Ser nervoso não é uma característica da surdez.

(…) não escutam nada, ou escutam quando querem

Todo surdo pode escutar algum tipo de som. A maioria ouve sons de forte intensidade e graves (trovão, batida de porta). Assim como a visão, a audição também se efetiva em graus. Alguns surdos conseguem ouvir a voz e escutar a fala ao telefone. A impressão de que às vezes o surdo responde a sons e outras não, fazendo com que o ouvinte pense que “escutam quando querem” deve-se a alguns fatores: a distância da emissão do som, a freqüência da voz da pessoa que fala, o tipo de som (grave/agudo), a intensidade do som (forte/fraco) e também, o nível de atenção do surdo ao som emitido.

(…) que todas fazem leitura labial

A leitura labial não é uma habilidade natural, em todo surdo. Esta precisa ser ensinada, como se ensina leitura, escrita, etc. Poucas pessoas surdas fazem uma boa leitura labial (ler a posição dos lábios), Especialmente porque a pessoa ouvinte, ao se comunicar com um surdo, esquece-se da deficiência, vira-se para os lados, usa bigode, e isso atrapalha a visualização da boca do falante. A maioria faz o que se chama leitura da fala (visualização de toda fisionomia da pessoa que fala, incluindo sua expressão fisionômica e gestos espontâneos). Isto produz alguns problemas na comunicação. Uma minoria não consegue fazer nenhuma dessas leituras e só se comunica através de sinais, aprendidos no decorrer de sua história de vida familiar e social, ou mesmo através da Língua Brasileira de Sinais. Assim, não é verdadeiro que a leitura labial seja uma capacidade inata.

Fonte: deficienteonline.com.br


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0 a 03 meses – Chora e emite alguns sons. Acalma-se com a voz da mãe; observa o rosto de quem está perto; movimenta os olhos na direção do som; sorri quando alguém fala com ela. Se assusta, chora ou acorda com sons altos (batidas de palmas, portas batendo) e apresenta respostas como: despertar do sono, aceleração interrupção da mamada, susto, piscada dos olhos. Reage inconscientemente a sons familiares (voz dos pais, sons do cotidiano).

3 a 6 meses – Grita, emite alguns sons como se conversasse. Presta atenção quando alguém está falando. Localiza sons lateralmente e ao ouvir vira a cabeça para os lados procurando de onde está vindo o som; faz alguns sons (balbucio); reconhece a voz da mãe.

6 a 9 meses – Emite alguns sons. Presta atenção quando ouve o próprio nome; brinca com os sons repetindo sequências como lá lá lá. Consegue demonstrar reações de agrado ou desagrado aos sons que houve; localiza a fonte sonora para o lado e para baixo indiretamente.

9 meses a 12 meses – Entende “não”, “tchau” e algumas palavras comuns. Fala as primeiras palavras e imita a ação de outras pessoas. Aumenta a interação verbal através de palavras simples. Identifica o próprio nome quando a chama. Entende comandos verbais simples como “dar tchau”, “mandar beijo” e “bater palmas”.

12 a 18 meses – Fala as primeiras palavras e frases curtas de 2 ou 3 palavras; identifica partes do corpo, pessoas e brinquedos; localiza sons vindos de todas as direções (esquerda, direita, de cima e de baixo); pede o que quer tentando falar o nome do objeto. Começa a compreender e responder a comandos verbais mais complexos (“cadê a mamãe?”, “cadê o papai?”).

18 a 24 meses – Obedece a ordens simples; identifica brinquedos e coisas da casa; reconhece sons como telefone, campainha e cachorro latindo. Compreende e emite frases simples. Compreende ordens relacionadas as partes do seu corpo (“cadê a mão?” “cadê o pé?”).

24 a 36 meses – Responde com “sim” ou “não” a perguntas simples; refere-se a si mesmo pelo nome. Fala frases maiores, ainda com algumas trocas na fala – mas é possível entender tudo que fala, no entanto há erros gramaticais. Aos 5 anos domina todos os sons, ou seja, não apresenta trocas na fala; conta estórias e compreende ordens complexas. Fala corretamente todos os sons da língua.

Fonte: Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia


Instituto Otovida

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Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

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