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agosto 9, 2021 JSUncategorized0

A perda auditiva no idoso, faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. Isso acontece, devido à morte de algumas células auditivas. Cerca de 11% dos pacientes entre 44 e 54 anos já apresentam alguma perda auditiva. Este percentual sobe para 25% entre as pessoas de 55 e 65 anos e chega a quase 50% da população com mais de 70 anos.

Componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo de perda progressiva da audição ao longo da vida.

Por isso, no decorrer do dia-a-dia cuide da sua saúde e da sua audição. Previna-se da perda auditiva na terceira idade!

No INSTITUTO OTOVIDA temos profissionais especializados em cuidar de você!!!


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Assim como a perda auditiva, zumbido também é um assunto que muitos julgam pertencer somente ao público adulto/idoso. Mas crianças também podem sofrem com zumbido e de forma bastante comum.

As crianças podem ouvir ruídos anormais nos ouvidos, mesmo em idade pré-escolar. No entanto, na maioria dos casos podem não conseguir expressá-lo ou até nem se aperceberem que existe um som de zumbido incomum por este já ser constante.

Tal como nos adultos, o zumbido nas crianças pode ter um impacto significativo no seu estado de espírito. Um dos ambientes em que isso está mais evidente é no contexto da escola. O zumbido pode afetar a concentração e a reação aos diferentes ambientes, pois tanto salas de aula barulhentas como ambientes silenciosos de estudo podem tornar o zumbido mais evidente.

Em crianças em que o zumbido seja muito deteriorante, pode notar-se uma tentativa de evasão de situações sociais em que exista muito barulho ou confusão, como festas de anos, o que em última instância poderá afetar também o convívio com outras crianças.

Em casa, criança que sofrem de zumbido têm normalmente muita dificuldade em adormecer e mostram-se muito ansiosos. Tudo isto são fatores preocupantes e que devem ser abordados o mais rapidamente possível.

Se notar estes sintomas numa criança, procure um profissional e avalie a sua audição – no Instituto Otovida temos profissionais especializados em atender você e sua família.


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julho 17, 2020 JSUncategorized0

Por Eduarda Besen
Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida ⁣

São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem os seguintes fatores em suas histórias clínicas: Preocupação dos pais com o desenvolvimento da criança, da audição, fala ou linguagem; antecedente familiar de surdez desde a infância; permanência por mais de cinco dias na UTIN; ventilação extracorpórea; exposição a drogas ototóxicas; hiperbilirrubinemia; anóxia perinatal; apgar neonatal baixo; baixo peso; infecções congênitas; anomalias craniofaciais envolvendo orelha e osso temporal; síndromes genéticas; distúrbios neurodegenerativos; infecções bacterianas ou virais pós-natais; traumatismo craniano e quimioterapia (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).⁣

Caso o recém-nascido apresente algum desses indicadores de risco para perda auditiva, é utilizado o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE), antes da alta hospitalar.⁣

Assim como no exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE), o PEATE também pode apresentar intercorrências, que induzem a falha, como: a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.⁣

No reteste, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo retrococlear.⁣

Quando passa bilateralmente os pais/responsáveis devem ser esclarecidos quanto ao desenvolvimento da audição e da linguagem da criança. Como também, do monitoramento mensal nas consultas de puericultura no Centro de Saúde do bairro em que reside.⁣

Caso permaneça a falha no reteste, todos os neonatos com ou sem indicadores de risco para deficiência auditiva devem ser encaminhados para avaliação diagnóstica otorrinolaringológica e audiológica.⁣


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