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Com o objetivo de estudar o ZUMBIDO para melhor atender e oferecer técnicas atuais de atendimento clínico, o Instituto Otovida realiza, desde 2017, o Grupo de Atenção e Estudo do Zumbido – formado por uma equipe multidisciplinar com fonoaudólogas, psicólogos, fisioterapeutas e médicos otorrinolaringologistas especialistas em otoneurologia.

O Instituto Otovida é um centro de referência na área da saúde auditiva, além de pioneiro no estudo do ZUMBIDO sendo o primeiro grupo do Estado de Santa Catarina – com o principal propósito de oferecer o melhor tratamento aos pacientes.

O ZUMBIDO não é um doença, é um sintoma que é comum a várias doenças ou alterações, e por isso sempre merece uma investigação de sua causa. Pode ser definido como uma percepção sonora na ausência de estímulo acústico externo. Em outras palavras é um som que é percebido, na maioria das vezes, apenas pela própria pessoa e que parece vir de uma das orelhas, de ambas as orelhas, ou simplesmente de “dentro da cabeça”. O zumbido pode ser de vários tipos. Geralmente se parece com um som contínuo, semelhante a um apito, um

grilo, uma cigarra, a um chiaço, um motor, dentre outras definições. Porém, menos comumente, pode se parecer com algo pulsátil, como o bater do coração ou o bater de asas de um inseto, por exemplo. Além disso, uma mesma pessoa pode ter zumbidos diferentes, que podem ser percebidos no mesmo local ou em locais diferentes.

Atualmente cerca de 28 milhões de brasileiros sofrem de zumbido. No mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são 278 milhões de pessoas com o problema.

O Instituto Otovida busca diariamente a qualidade de vida dos seus pacientes e através do GAEZ estuda e trata o ZUMBIDO.

Nas próximastextos iremos conversar mais sobre os estudos realizados pelo GAEZ, assim como os melhores tratamentos.


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Você sabia que as alergias podem causar problemas auditivos? É que, além dos olhos e do nariz, a tuba auditiva, canal que liga o ouvido médio à faringe, também é afetada pelas irritações.

Quando a inflamação e o muco nasal são gerados nas vias respiratórias, são comuns os casos de otites, popularmente conhecidas como dores de ouvido. É importante lembrar também que as inflamações e infecções no ouvido podem provocar tonturas, perda de equilíbrio, sensação de pressão ou de obstrução e até mesmo perda de audição.

Para evitar problemas que prejudiquem de maneira irreversível a audição, o ideal é ir ao médico assim que surgirem os primeiros sintomas.

Sinusite pode causar dores de ouvido

Além das alergias, a sinusite, que é uma inflamação da mucosa dos seios nasais, também pode estar relacionada às dores de ouvido.

Por que isso acontece? A explicação está na fisiologia dos sistemas respiratório e auditivo. O ouvido está ligado à parte de trás da cavidade do nariz pela trompa de Eustáquio. A função desta ligação é manter o equilíbrio das pressões entre o nariz e orelha.

O problema é que inflamações geram secreções que ficam acumuladas na trompa de Eustáquio. Dessa maneira, acontece a congestão nasal e as dores de ouvido. É preciso tratar a sinusite para consequentemente resolver o problema na audição. Mas em muitos casos, a sinusite costuma ser um problema crônico.

Se este é o seu caso, entre em contato conosco. O Instituto Otovida possui médicos otorrinolaringologistas especialistas para tratar do seu problema e evitar que complicações possam causar danos à audição.


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Se você foi diagnosticado com perda auditiva e o especialista indicou a necessidade do uso do aparelho auditivo, não perca tempo. A prótese auditiva devolve ao paciente a capacidade de escutar os sons com clareza e levar uma vida plena e feliz. Adiar o uso do aparelho auditivo traz uma série de implicações para a saúde de modo geral.

 

Confira as razões para começar a utilizar a prótese auditiva o quanto antes.

Em primeiro lugar, você sabia que escutamos com o cérebro, e não com o ouvido? É isso mesmo! O ouvido recebe os sons, mas é o cérebro que reconhece os sons e interpreta se é uma buzina, um avião ou a voz do seu filho. Ou seja, o uso do aparelho auditivo em pessoas com perda auditiva é essencial para manter o cérebro ativo. Por isso, quanto mais tempo você demorar para começar a usar a prótese, mais difícil será para o cérebro voltar a se acostumar a ouvir os sons.

Também é importante lembrar que nos casos de perda auditiva bilateral, aquela que ocorre nos dois ouvidos, o paciente não deve adiar o uso do aparelho auditivo em um dos lados – ainda que um ouvido tenha capacidade parcial de audição. Isso porque o cérebro foi projetado para processar o som dos dois ouvidos. Portanto, quando os ouvidos trabalham em conjunto, o som fica muito mais claro e natural.

 

Grau da perda auditiva pode aumentar

Outro motivo para começar a usar o aparelho auditivo o mais rápido possível é porque o grau da perda auditiva costuma aumentar gradativamente. Existem quatro graus de perda auditiva:

  • Leve,
  • Moderado,
  • Severo, e
  • Profundo.

No grau LEVE as pessoas normalmente não identificam a perda auditiva. É natural que aumentem gradativamente a intensidade da voz e comecem a ter dificuldade para ouvir em ambientes barulhentos.

No grau MODERADO a pessoa tem dificuldade de ouvir o telefone, tem dificuldade de manter uma conversa e se apoia na leitura labial. Já no grau SEVERO a dificuldade é ainda maior. As palavras ficam abafadas e até sons como campainha não são ouvidos. Na perda PROFUNDA o paciente pode ouvir apenas sons ambientais de alta intensidade não sendo possível discriminar a fala. Ou seja, se você tiver algum tipo de perda auditiva, mas adiar o uso da prótese, são grandes as chances da sua deficiência aumentar e a reabilitação auditiva se torna mais difícil.

 

Qualidade de vida se deteriora. Aparelho auditivo é a solução!

Estudos científicos comprovam que a perda auditiva não tratada piora substancialmente a qualidade de vida do paciente. Com a dificuldade de escutar os sons com clareza e se comunicar com os amigos e familiares, a pessoa tende a se isolar socialmente. Com isso, os estímulos cerebrais ficam escassos e levam a um maior declínio cognitivo.

Pesquisas indicam que o uso de aparelho auditivo auxilia na manutenção da capacidade mental da pessoa com deficiência auditiva. A prótese auditiva também restaura a habilidade de se comunicar e permite que o paciente volte a interagir em sociedade. Por isso, idosos com perda auditiva tem maiores probabilidades de desenvolverem demência e depressão.

 

Quais os sintomas da perda auditiva?

Alguns sinais ajudam a perceber a perda auditiva. Entre eles estão pedir constantemente para as pessoas repetirem o que está falando, ouvir a televisão com o volume mais alto que os demais e ter dificuldade de se comunicar pelo telefone ou em locais barulhentos. Os sons da fala mais agudos também costumam ser de difícil compreensão para quem sofre de perda auditiva.

Dito isso, é fundamental ficar atento aos sinais de perda auditiva e procurar um especialista assim que for identificada a dificuldade de escutar. Iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para manter a qualidade de vida, liberdade e independência. Quanto mais precoce, menores serão os prejuízos. Deixar para depois pode ser extremamente prejudicial e causar danos irreversíveis à saúde física e mental.

 

Excelência em reabilitação auditiva

No INSTITUTO OTOVIDA o paciente tem suporte completo para o tratamento e reabilitação auditiva. São 20 anos de experiência e uma equipe qualificada de fonoaudiólogos, que participam de todas as etapas do processo. Desde a escolha do aparelho auditivo que atendem às suas necessidades auditivas até os acompanhamentos e ajustes necessários.

 


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O número de pacientes com zumbido vem crescendo a cada dia – dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o problema afeta 280 milhões de pessoas, de várias idades, em todo o mundo. A divulgação de informações, assim como dicas sobre o assunto é de grande importância e tem como principal objetivo, além do esclarecimento correto sobre os sintomas – lembrar as pessoas dos cuidado com a audição – levando, inclusive ao diagnóstico e tratamento precoce.

Nesta segunda etapa da nossa entrevista, conversamos com a Médica Otorrinolaringologista do Instituto Otovida, Drª. Cristiane Popoaski. que nos respondeu as dúvidas mais frequentes sobre o ZUMBIDO:

 

ZUMBIDO PODE CAUSAR PERDA DE AUDIÇÃO?

O zumbido é um sintoma e não uma doença.  Então, doenças que cursem com perdas auditivas acabam gerando o sintoma zumbido. Muitas vezes durante a investigação da queixa do zumbido é que descobrimos uma perda auditiva já instalada, mas ainda não percebida pelo paciente pois o sintoma do zumbido é mais perceptível e incômodo do que a própria perda auditiva.

 

O USO DE APARELHO AUDITIVO AMENIZA E AUXILIA NO TRATAMENTO DO ZUMBIDO?

Sim, muitas vezes a perda auditiva pode ser a causa do zumbido. Então, ao iniciar o uso do aparelho auditivo haverá um ganho na capacidade auditiva (o quanto o paciente ouve e compreende) e com isto o zumbido se torna menos perceptível e em alguns casos há a sua  melhora. Em alguns casos em que apenas o ganho auditivo não é o suficiente para o alívio do zumbido, podemos lançar mão de uma tecnologia associada ao aparelho auditivo chamada de gerador de som. Este é capaz de gerar um ruído contínuo capaz de “confundir” ou mascarar a percepção do zumbido.

 

ABUSO DE MEDICAMENTOS, BEBIDAS, ALCOÓLICAS E CAFÉ PODEM CAUSAR ZUMBIDO?

Sim. Alguns medicamentos podem até ser a causa do zumbido. Já as bebidas alcoólicas e a cafeína por serem substâncias estimuladores e desta forma interferem na percepção do zumbido, tornando-o em alguns casos mais intenso e mais incômodo.

 

SONS MUITO ALTOS PODEM CAUSAR ZUMBIDO?

Isto pode ocorrer por dois mecanismos:  se expor por um período prolongado a sons altos pode gerar perda auditiva, sendo esta uma das causas do zumbido e o som alto em um curto período de exposição pode deixar as células ciliadas que estão localizadas na cóclea (órgão auditivo) mais excitadas e essa excitabilidade resulta no aparecimento do zumbido geralmente de forma transitória. Um exemplo típico dessas duas situação são trabalhadores  que operam máquinas sem uso de protetor auditivo (Equipamento de Proteção Individual), na primeira situação e na segunda após ida em um show em que ficamos próximos a caixa de som.

 

POR QUE É IMPORTANTE DESCOBRIR AS CAUSAS DO ZUMBIDO O QUANTO ANTES?

Porque o zumbido pode significar uma série de possíveis diagnósticos e quanto antes chegarmos a uma possível causa, melhor o resultado do tratamento.

Isso se dá também pelo fato de que quem gera o zumbido na maioria das vezes é o ouvido, mas quem o percebe é o SNC (sistema límbico/emoções). Devido a isso o nosso sistema nervoso central cria um alerta constante da necessidade de perceber se o zumbido “está ali” e devido a este alerta constante muitas vezes o tratamento se torna mais complexo e difícil. Quanto antes atuarmos nesse mecanismo de ação, melhor o resultado em relação ao incômodo gerado pelo zumbido.

 

QUAIS OS TIPOS DE DOENÇAS O ZUMBIDO PODE MASCARAR?

O que ocorre é que não é que o zumbido mascara outras doenças, mas sim o fato de que muitas vezes a existência do zumbido é tão incômoda que acaba sendo este o motivo da vinda do paciente ao consultório. É através desta queixa que chegamos os possíveis diagnósticos relacionados ao zumbido, como perda auditivas, doenças vasculares e metabólicas, tensões musculares ou articulares causando ou piorando a percepção do zumbido, dentre outras possibilidades.

 

O ZUMBIDO PIORA NO SILÊNCIO?

Sim, aliás em um silêncio absoluto muitos de nós teremos o sintoma zumbido. Devido a isto orientamos a terapia de enriquecimento sonoro para evitar o silêncio absoluto, principalmente no período em que o zumbido está mais perceptível e incômodo.

 


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O número de pacientes com zumbido vem crescendo a cada dia – dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o problema afeta 280 milhões de pessoas, de várias idades, em todo o mundo. A divulgação de informações, assim como dicas sobre o assunto é de grande importância e tem como principal objetivo, além do esclarecimento correto sobre os sintomas – lembrar as pessoas dos cuidado com a audição – levando, inclusive ao diagnóstico e tratamento precoce.

Conversamos com o Médico Otorrinolaringologista do Instituto Otovida, Dr Evandro Maccarini Manoel. que nos respondeu as dúvidas mais frequentes sobre o ZUMBIDO:

 

O QUE É ZUMBIDO?

O zumbido pode ser definido como uma percepção sonora na ausência de estímulo acústico externo. Em outras palavras é um som que é percebido, na maioria das vezes, apenas pela própria pessoa e que parece vir de uma das orelhas, de ambas as orelhas, ou simplesmente de “dentro da cabeça”. O zumbido pode ser de vários tipos. Geralmente se parece com um som contínuo, semelhante a um apito, um grilo, uma cigarra, a um chiaço, um motor, dentre outras definições. Porém, menos comumente, pode se parecer com algo pulsátil, como o bater do coração ou o bater de asas de um inseto, por exemplo. Além disso, uma mesma pessoa pode ter zumbidos diferentes, que podem ser percebidos no mesmo local ou em locais diferentes.

 

ZUMBIDO É UMA DOENÇA?

Não. O zumbido é um sintoma que é comum a várias doenças ou alterações, e por isso sempre merece uma investigação de sua causa pelo seu médico.

 

O QUE PROVOCA ZUMBIDO?

O zumbido pode ter várias causas. Acredita-se que a grande maioria dos casos de zumbido contínuos estejam relacionados à perda auditiva (mesmo que muito leve) ou a uma hipersensibilidade auditiva. Aliás, muitas vezes o zumbido é o primeiro sinal que o paciente percebe de uma perda auditiva inicial, antes mesmo de perceber a sensação de não estar ouvindo bem. No entanto, o zumbido pode ter outras causas como alterações metabólicas, psicológicas, neurológicas e musculares, como nos distúrbios de articulação temporo-mandibular. Causas mais graves, como por exemplo tumores, felizmente são raras, mas podem eventualmente ter como primeiro sintoma o zumbido. Zumbidos considerados “pulsáteis” geralmente tem como causas alterações vasculares (de veias ou artérias) ou musculares. E para deixar a situação um pouco mais difícil para o médico, não raramente o paciente com zumbido pode ter mais de uma causa para o seu sintoma.

 

SE UMA PESSOA DESCONFIA QUE SOFRE DE ZUMBIDO, O QUE ELA DEVE FAZER?

Justamente por tantas possibilidades de causas para um zumbido, é fundamental que o paciente com esse sintoma procure um médico especialista, no caso um otorrinolaringologista, de preferência com experiência na área de otoneurologia, para fazer uma investigação diagnóstica e, se necessário, o tratamento adequado.

 

ZUMBIDO TEM CURA?

Depende. Alguns tipos de zumbido têm cura. Alguns, inclusive, melhoram às vezes sem que o médico precise fazer alguma coisa. Por outro lado, infelizmente muitos tipos de zumbido a cura – ou seja, a resolução completa do zumbido – ainda não é conhecida pelos médicos. Mas isso não significa de forma alguma que “não há nada o que ser feito” ou que o paciente terá que simplesmente “se acostumar com isso para o resto de sua vida” que são frases ainda muito ouvidas em consultórios médicos. Todos os zumbidos, mesmo esses em que a cura completa não é conhecida, podem ter algum tipo de tratamento, que nesses casos teria como objetivo ao menos amenizar e/ou diminuir a percepção do paciente do zumbido.

 

EXISTE ALGUM EXAME QUE PODE DETECTAR O ZUMBIDO?

O zumbido na maioria das vezes é algo extremamente subjetivo e que é percebido apenas pelo próprio paciente. Então até hoje não é conhecido nenhuma maneira de “medir” o zumbido de forma objetiva. No entanto, o zumbido pode ser avaliado com a cooperação do paciente com um exame chamado acufenometria. Nesse exame é possível saber o lado do zumbido, “medir” a intensidade e a frequência sonora em que ocorre o zumbido, bem como verificar o limiar de desconforto do paciente para sons, verificar a intensidade de som necessária para mascarar o zumbido (ou seja, fazer com que não seja perceptível ao paciente) e também verificar a presença de inibição residual, ou seja, ver se o zumbido muda de característica após a colocação de um outro tipo de som no ouvido. Essas características avaliadas podem auxiliar seu médico e fonoaudióloga em alguns métodos de tratamento além de que ajudam o paciente a entender o seu próprio problema.

 

EM QUE FAIXA ETÁRIA O ZUMBIDO OCORRE COM MAIS FREQUÊNCIA?

O zumbido ocorre mais frequentemente nos idosos, mas pode ocorrer em qualquer faixa etária, incluindo crianças.

 

O QUE PODE AGRAVAR O ZUMBIDO?

O zumbido do tipo contínuo, que é o mais comum, pode ser agravado por diversos fatores. Dentre os mais comuns podemos citar os fatores metabólicos como por exemplo alterações da glicose no sangue e alterações hormonais. Alguns alimentos com açúcar e/ou cafeína e períodos de jejum prolongado são outros exemplos. Alterações musculares como contraturas na região da musculatura cervical ou problemas na articulação temporo-mandibular podem tanto gerar como agravar um zumbido. Um outro fator extremamente comum de piora é o estresse, ansiedade excessiva e insônia.

Na próxima semana daremos continuidade, qui no nosso BLOG, sobre as principais dúvidas sobre o ZUMBIDO – #PARTE2 na entrevista realizada com a médica Otorrinolaringologista do Instituto Otovida, Dra Cristiane Popoaski.

 


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