CLÍNICA OTORRINOLARINGOLÓGICA


A Clínica Otorrinolaringológica é a parte do Instituto Otovida que conta com uma equipe de fonoaudiólogas e médicos otorrinolaringologistas, atendendo as consultas através de convênios e também particulares, oferecendo todos os exames especializados que envolvem a audição.


EXAMES E TERAPIAS


AUDIOMETRIA COM REFORÇO VISUAL (VRA)

Exame que avalia os níveis mínimos de respostas para sons em crianças na faixa etária de 6 meses à 36 meses aproximadamente. O objetivo do teste é avaliar a audição, obtendo-se limiares através do reforço visual de qualquer comportamento da criança frente ao estímulo sonoro, como, por exemplo, localizar a fonte sonora, piscar ou arregalar os olhos.



AUDIOMETRIA DE OBSERVAÇÃO COMPORTAMENTAL

Exame indicado para bebês até 6 meses de idade, ou crianças maiores, que por motivos distintos, não são condicionadas pela técnica do VRA. Consiste na apresentação de estímulos com diferentes frequências e intensidades, e as respostas esperadas podem ser diversas, como: parada dos movimentos, atenção auditiva, mudança no padrão de sucção. O exame pode ser realizado dentro da cabina acústica com estímulos de frequência específica, ou fora da cabina com instrumento guizo ou sons de fala.



AUDIOMETRIA EM CAMPO LIVRE

Exame semelhante a audiometria tonal, mas sem fones de ouvido, o som é apresentado em caixas acústicas. É utilizada para avaliar os limiares auditivos de usuários de aparelho de amplificação sonora e pode ser usado também na avaliação da audição de crianças de zero a 3 anos, ou crianças que não aceitam o uso dos fones de ouvido.



AUDIOMETRIA LÚDICA

Exame indicado para crianças acima de 3 anos até 6 anos de idade aproximadamente, realizado dentro da cabina acústica, e a obtenção dos níveis mínimos de respostas das crianças são observadas por meio de uma estratégia lúdica que indica se a criança escutou ou não, por exemplo: toda vez que a criança escuta o som, ela deve encaixar uma peça em um brinquedo, ou jogar um dado, entre outras ações motoras.



AUDIOMETRIA TONAL

Exame de audição que tem por finalidade medir o nível mínimo de intensidade sonora percebida. Utilizado para detectar o grau e tipo de surdez para posterior tratamento com medicamento, cirurgia ou recuperação da audição com uso de aparelhos de amplificação sonora individual. O exame é feito em uma cabina acústica, onde o paciente é orientado a fazer um sinal todas as vezes que escutar o estímulo auditivo. É indicado para adultos, idosos e crianças acima de 5 anos de idade.



AUDIOMETRIA VOCAL

Exame que avalia a capacidade de detectar e entender os sons da fala. Utilizado para auxiliar no diagnóstico de doenças do ouvido e na indicação de aparelho auditivo. O exame é realizado em cabina acústica onde o paciente é orientado a escutar e repetir as palavras como entender. Podem ser usadas figuras de apoio para crianças.



AVALIAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO

A avaliação é realizada para verificar déficits nas funções auditivas centrais. É indicado para pessoas com dificuldade de compreensão da fala, crianças e adolescentes com alterações de fala e/ou aprendizagem e quando há dificuldade na adaptação dos aparelhos de amplificação sonora individual de indivíduos com perdas auditivas leves ou moderadas. O exame é realizado em cabine acústica com o uso de fones. É aplicada uma bateria de testes comportamentais que avaliam diferentes funções auditivas, como fechamento, figura-fundo, integração e separação binaural, resolução e ordenação temporal, associação de estímulos auditivos e visuais, testes de memória sequencial e localização auditiva.



AVALIAÇÃO DO PROCESSO E ACOMPANHAMENTO DO USUÁRIO DE APARELHO AUDITIVO

O monitoramento do paciente que utiliza aparelhos auditivos fornece informações sobre as dificuldades e facilidades do usuário, diante da utilização dos mesmos. Mostra também a evolução do uso diário do aparelho – do ponto de vista do paciente, considerando não só o grau de satisfação, mas também as limitações de atividades básicas, a restrição de participação, o impacto do problema auditivo nos outros e na qualidade de vida, assim como a evolução do uso da amplificação sonora, considerando sua utilização na rotina diária, a melhora nas atividades mais limitadas, como em locais mais barulhentos e, principalmente, se há diminuição do impacto que a perda auditiva, além do benefício e do grau de satisfação do paciente.



EMISSÕES OTOACÚSTICA

Exame utilizado no Teste da Orelhinha – Triagem Auditiva Neonatal, é um teste rápido e que determina se há ou não risco de uma perda auditiva precocemente. Avalia a integridade das células ciliadas externas, células estas que se localizam no ouvido interno, ou seja, na cóclea. Em uma sala silenciosa, é colocado um aparelho na entrada do canal auditivo externo, o qual emite vários tipos de sons e capta a resposta das células sensoriais. É um exame auditivo eletroacústico que auxilia a identificar o local da via auditiva que apresenta comprometimento. Além de utilizado em bebês, também é utilizado no acompanhamento de indivíduos com queixas de zumbido ou que trabalham expostos no ruído.



EXAME DE ACUFENOMETRIA

Avalia as características psicoacústicas do zumbido, ou seja, a intensidade e frequência com que o zumbido é percebido pela pessoa. É realizado em uma cabine acústica com uso de fones. São apresentados estímulos de diferentes frequências e o paciente deve responder qual som é mais parecido com o seu zumbido. Após, é determinado o nível de som capaz de fazer com que o zumbido não seja mais percebido. Esta avaliação auxilia na determinação do melhor método de tratamento do zumbido.



IMITANCIOMETRIA

Exame simples, indolor e que faz parte da avaliação básica da audição juntamente com a Audiometria. Avalia a membrana timpânica e os ossículos (martelo, bigorna e estribo) do ouvido médio, e pode sugerir um quadro de infecção, disfunção tubária ou outros problemas. Em um dos ouvidos do paciente é colocado um fone e, no outro, uma pequena sonda emborrachada. O paciente sente um pouco de pressão no ouvido e escuta alguns apitos, e as respostas são analisadas na tela do equipamento/computador. O Fonoaudiólogo é profissional que fará o laudo os exames.



PEATE (BERA) Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico

Exame que avalia a integridade das vias auditivas neurais até nível de tronco encefálico. É muito utilizado para determinar o grau da perda auditiva de crianças, pois fornece informações importantes para a adaptação dos aparelhos auditivos. É feito em uma sala silenciosa, com o paciente completamente relaxado, preferencialmente dormindo, com eletrodos na testa e nas orelhas. É inserido um fone na entrada do canal auditivo ou adaptado o vibrador ósseo atrás do pavilhão auricular, o qual irá emitir sons de diferentes intensidades e frequências em cada orelha separadamente. Quando o resultado do PEATE se encontra alterado, uma avaliação otorrinolaringológica e acompanhamento audiológico por meio da realização de outros exames é essencial para que o diagnóstico audiológico seja completo.



REABILITAÇÃO AUDITIVA

Terceira etapa do tratamento da deficiência auditiva. Após o diagnóstico audiológico, seguido pela intervenção com o uso dos aparelhos de amplificação sonora individual (AASI) ou implante coclear (IC), a reabilitação auditiva tem como objetivo ensinar a criança a ouvir, apoiar e orientar os familiares, objetivando o desenvolvimento das habilidades auditivas, de fala, linguagem e cognição. Para o público adulto e idoso, a reabilitação auditiva é indicada por meio de sessões de acolhimento e aconselhamento, dicas e estratégias de comunicação, bem como o treino auditivo para que o indivíduo aprimore sua capacidade de ouvir com o AASI/IC.



REABILITAÇÃO LABIRÍNTICA VESTIBULAR

Tratamento para pacientes com distúrbios do labirinto, que consiste na realização de exercícios físicos específicos e repetitivos e planejados. Visa a redução de tempo e sintomas das crises de tontura, que são caracterizadas por desequilíbrios, tonturas, vertigem rotatória, e eventualmente pode vir acompanhada de náuseas e vômitos.



SELEÇÃO E ADAPTAÇÃO DE PRÓTESES

A seleção e adaptação de próteses auditivas é a etapa inicial para o tratamento da deficiência auditiva, protocolos e avaliações são utilizados para que o perfil do paciente seja conhecido e o melhor tipo de prótese seja escolhido. Atualmente as próteses auditivas possuem tecnologias avançadas que minimizam as limitações causadas pela deficiência auditiva, e melhoram a compreensão de fala. Mas, mesmo com o avanço da tecnologia, a seleção e adaptação da prótese auditiva exige um processo criterioso para maximizar o desempenho, benefício e satisfação do usuário. Vale citar, que abordagem empática e holística do paciente gera melhor adaptação, uma vez que é comum indivíduos com deficiência auditiva apresentarem-se emocionalmente abalados devido as dificuldades sociais que a perda auditiva provoca, e este sentimento pode refletir na recusa em usar os aparelhos auditivos adequadamente.



TERAPIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO

É indicada para indivíduos que já foram previamente avaliados e diagnosticados com o Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC). Existem diversos tipos de treinamento auditivo, mas basicamente, dois tipos podem ser citados como principais: o treinamento auditivo formal – realizado dentro da cabina acústica, com o uso de fones, formato de 45 minutos, por um período de 2 meses; e o treinamento auditivo informal – realizado em consultório, os fones podem ser utilizados ou não, e exercícios de leitura, escrita, consciências fonológicas podem ser adicionadas para facilitar o processo de reabilitação do indivíduo. De acordo com neuroplasticidade, estes exercícios estimulam o córtex cerebral e favorecem a melhora na compreensão de fala, seja em ambientes silenciosos ou ruidosos.



TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA

Através de uma Avaliação, o fonoaudiólogo diagnostica a dificuldade que o paciente apresenta e, assim, consegue determinar qual o tratamento mais adequado para o caso. O profissional é qualificado para tratar dificuldades como: fala, fluência, voz, funções orofaciais, linguagem oral, linguagem escrita, audição.



TERAPIA SONORA PARA ZUMBIDO

É uma terapia personalizada que envolve a introdução de sons no dia a dia do paciente para enriquecer a experiência auditiva visando alterar a percepção do zumbido. O paciente compreende a origem do zumbido, suas possíveis causas e o que pode fazer para amenizar essa percepção e melhorar sua qualidade de vida. A terapia sonora pode ser realizada com a utilização de diversas fontes sonoras, incluindo TVs, rádios, geradores de som e aparelhos auditivos.



TESTE DA ORELHINHA

O Teste da Orelhinha ou Triagem Auditiva Neonatal é um exame importante para detectar se o recém-nascido
apresenta problemas de audição. Após a realização é possível iniciar o diagnóstico e o tratamento das alterações auditivas precocemente.
O Teste deve ser realizado em todos os bebês nascidos na maternidade, no período neonatal, ou seja, a partir de 24 horas de vida até 28
dias de nascimento, cumprindo o pressuposto da Lei nº 12.303, de 2 de agosto de 2010, que torna obrigatória a realização do exame denominado Emissões
Otoacústicas Evocadas.
Quando o resultado PASSA, ou seja, apresenta resposta auditiva – o bebê não necessita de outra avaliação, porém deverá ter acompanhamento auditivo e de linguagem com pediatra para observar a evolução, pois em muitos casos o problema aparece mais tarde.
Quando o resultado FALHA, ou seja, não apresenta resposta auditiva – o bebê precisa realizar um reteste, ou seja, um novo teste, no período de 15 a 30 dias, na clínica especializada. Falhando no reteste, ou seja, quando a perda auditiva é confirmada, o bebê será encaminhado para um serviço de diagnóstico, onde serão realizados a avaliação otorrinolaringológica e exames complementares, a exemplo da audiometria de observação comportamental e PEATE, além do encaminhamento para um programa de intervenção precoce a fim de orientar a família, preparar para o uso de aparelhos ou implante e terapia fonoaudiológica.
O fonoaudiólogo tem papel fundamental durante todas as fases do processo de detecção, diagnóstico e intervenção precoce nas alterações auditivas.
LEMBRE-SE: A audição é fundamental para o desenvolvimento da fala, da linguagem e da aprendizagem!


VECTOELETRONISTAGMOGRAFIA (VENG)

É um exame que realiza a avaliação vestibular (o vestíbulo é uma parte do labirinto, que se refere a todas as estruturas relacionadas com o equilíbrio e que dependem do labirinto para funcionarem) e oculomotora (as funções labirínticas são analisadas pelos movimentos oculares), tem por finalidade determinar o distúrbio funcional que está provocando a tontura. Os resultados auxiliam na investigação sobre a origem do problema, indicando se está no labirinto ou nas vias vestibulares neurológicas, auxiliando no diagnóstico e tratamento.



VIDEOLARINGOSCOPIA


Exame realizado com o objetivo de visualizar regiões da cavidade oral, orofaringe, hipofaringe e laringe. É indolor, feito com anestesia local na forma de spray caso o paciente tenha muita náusea.



VIDEONASOFIBROSCOPIA

Exame realizado por fibra óptica, via nasal, e consegue mostrar toda cavidade nasal, rinofaringe e laringe, ou seja, visualizar melhor as estruturas de dentro do nariz como o septo nasal (para detectar desvio de septo), os cornetos nasais (para detectar a hipertrofia), os meatos nasais (para detectar sinusite ou pólipos), assim como o tamanho de adenoides.



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