Acompanhe diversas dicas sobre saúde aqui!

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A alimentação é um ponto a ser acompanhado de perto. Mais do que uma necessidade, alimentar-se é também um ato de socialização, que une pessoas, da amamentação aos jantares de negócios ou reuniões em família, isso sem falar na satisfação do prazer de comer.

São sensações que não precisam ficar apenas na lembrança do idoso. Com algumas dicas é possível continuar a alimentação de forma adequada, reconhecer alterações neste processo e procurar o tratamento adequado.

O QUE É DISFAGIA?

A disfagia é uma alteração na deglutição, ou seja, no ato de engolir alimentos ou saliva. Pode ocorrer em diferentes fases da vida, especialmente em idosos, podendo trazer sérias consequências à saúde.

Na disfagia ocorre um desvio do alimento ou da saliva, obstruindo parcialmente ou completamente as vias respiratórias.

Esse desvio pode ser facilitado também pelo envelhecimento natural de estruturas envolvidas na deglutição (lábios, língua, bochechas, etc.).

Além do envelhecimento das estruturas, o acidente vascular encefálico (derrame), traumatismo craniano, doenças neurológicas como #Parkinson, #Alzheimer, #distrofias musculares e #câncer de cabeça e pescoço podem causar a disfagia.

Pode ainda surgir devido a próteses dentárias mal adaptadas, refluxo gastroesofágico grave e após longos períodos de entubação.

A disfagia além de provocar problemas emocionais e isolamento social, causa problemas sérios como #desidratação, #desnutrição e #pneumonia, além do risco de morte por asfixia.

As alterações da deglutição, devem ser diagnosticadas e tratadas por #médicos, #enfermeiros, #nutricionistas e, fundamentalmente, #fonoaudiólogos, que são os profissionais aptos ao trabalho específico da função.

No Instituto Otovida você em encontra profissionais capacitados para orientar e realizar o tratamento adequado para o seu problema.

Fonte: CONSELHOS DE FONOAUDIOLOGIA


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Por @beseneduarda

Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) deve ser realizada nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o nascimento, antes da alta hospitalar.

Em bebês sem indicadores de risco para deficiência auditiva é utilizado o exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE). Este exame é capaz de detectar perdas auditivas cocleares de grau leve, até 35dB.

Algumas vezes a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo, podem induzir à falha neste exame. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.

No reteste EOAE, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo.

Caso permaneça a falha, a criança é encaminhada para realizar o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE).


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As infecções respiratórias são as principais vilãs do inverno. Elas representam grande parte dos problemas que surgem nesta época.

Conheça as mais comuns:

  • Bronquite
  • Asma
  • Gripe
  • Resfriado
  • Pneumonia
  • Rinite
  • Sinusite
  • Faringite
  • Amigdalite

PREVINA-SE

  • Procure se alimentar adequadamente para manter sua imunidade elevada.
  • Beba muito líquido.
  • Evite lugares fechados e com pouca circulação de ar.
  • Lave as mãos com frequência.
  • Mantenha a casa limpa, livre de poeira, ácaros, etc..
  • Mantenha o ambiente bem umidificado.
  • Evite fumar.
  • Mantenha as vacinas em dia.

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no inverno? Entre em contato com o INSTITUTO OTOVIDA e envie sua pergunta.


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Vamos conhecer melhor o(a) profissional especialista em cuidar da comunicação em todas as etapas da nossa vida: o(a) fonoaudiólogo(a).

Este é o(a) profissional da área da saúde que trabalha com os diferentes aspectos da comunicação humana: linguagem oral e escrita, fala, voz, audição e funções responsáveis pela deglutição, respiração e mastigação.

O (A) fonoaudiólogo(a) desenvolve atividades voltadas à promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia. Atua também em ensino, pesquisa e consultoria.

12 especialidades são hoje reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia:

*Audiologia

*Linguagem

*Motricidade orofacial

*Saúde Coletiva

*Voz

*Disfagia

*Fonoaudiologia educacional

*Gerontologia

*Fonoaudiologia neurofuncional

*Fonoaudiologia do trabalho

*Neuropsicologia

*Fluência

Continue acompanhando as nossas postagens aqui nas redes sociais, pois vamos falar das especialidades realizadas no Instituto Otovida.


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junho 23, 2020 JSBlog0

Agora temos um NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO para dúvidas, sugestões, reclamações e elogios 😉 será realizado via e-mail institutootovida@gmail.com

Adotamos o canal online como forma de prevenção ao coronavírus, evitando desta forma, o compartilhamento com objetos, a exemplo de caneta, papel, entre outros.

Nosso objetivo é continuar prestando um atendimento de qualidade e um bom suporte aos clientes.

Entre em contato conosco – será um prazer atende-lo.

PARTICIPE! Aguardamos sua mensagem.


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Qual a importância da audição para o bebê?

A audição é uma das principais formas de conexão da criança com o mundo. É por meio da audição que a criança desenvolve a linguagem oral e aprende a falar.

Com quantos dias de vida o bebê começa a ouvir?

A audição já está formada desde a gestação. Na gravidez, o bebê é capaz de reconhecer a voz da mãe e quando nasce, aos poucos começa a descobrir de onde cada som está vindo, e quem ou o que o está produzindo.

Como saber se o bebê ouve bem?

A triagem auditiva neonatal conhecida como teste da orelhinha é a única estratégia que permite a identificação precoce de bebês com perda auditiva. É um procedimento simples, rápido e indolor que avalia a audição do bebê.

Qual a importância da triagem auditiva neonatal?

Quando for identificada alteração na triagem auditiva neonatal o bebê deve ser encaminhado para realização do diagnóstico audiológico e habilitação auditiva com a maior brevidade possível. A intervenção precoce possibilita que crianças com perda auditiva desenvolvam a linguagem oral e aprendam a falar como uma criança com audição normal.

Onde e quando o bebê deve fazer a triagem auditiva neonatal?

A triagem deve ser realizada preferencialmente na maternidade, nas primeiras 48 horas de vida. Caso o bebê precise ficar internado após o nascimento, a triagem deve ser realizada antes da alta. Se a triagem não for realizada na maternidade a família deve buscar agendamento ambulatorial ainda nos primeiros 30 dias de vida.

Quais as principais causas da perda auditiva neonatal?

Existem diversos fatores de risco associados à perda auditiva no neonatal, dentre eles os mais comuns são infecções da mãe durante a gestação (toxoplasmose, herpes, rubéola, sífilis, citomegalovírus, Zica vírus, HIV), história familiar de surdez, prematuridade, peso ao nascer menor de um 1.500g, internação por cinco dias ou mais em UTI neonatal, uso de determinados antibióticos, entre outros.

Se o bebê se assusta com sim alto é sinal que ouve bem?

Não necessariamente. Existem vários graus de perda auditiva. O bebê pode ter uma perda auditiva leve ou moderada e ainda assim assustar-se com sons altos. As perdas auditivas leves ou moderadas podem causar atraso no desenvolvimento da linguagem.

O Instituto Otovida realiza o TESTE DA ORELHINHA no seu bebê – Entre em contato conosco pelo telefone (48) 32236060 ou via WhatsApp (48) 99172-0606 e (48) 99178-2207.


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0 a 03 meses – Chora e emite alguns sons. Acalma-se com a voz da mãe; observa o rosto de quem está perto; movimenta os olhos na direção do som; sorri quando alguém fala com ela. Se assusta, chora ou acorda com sons altos (batidas de palmas, portas batendo) e apresenta respostas como: despertar do sono, aceleração interrupção da mamada, susto, piscada dos olhos. Reage inconscientemente a sons familiares (voz dos pais, sons do cotidiano).

3 a 6 meses – Grita, emite alguns sons como se conversasse. Presta atenção quando alguém está falando. Localiza sons lateralmente e ao ouvir vira a cabeça para os lados procurando de onde está vindo o som; faz alguns sons (balbucio); reconhece a voz da mãe.

6 a 9 meses – Emite alguns sons. Presta atenção quando ouve o próprio nome; brinca com os sons repetindo sequências como lá lá lá. Consegue demonstrar reações de agrado ou desagrado aos sons que houve; localiza a fonte sonora para o lado e para baixo indiretamente.

9 meses a 12 meses – Entende “não”, “tchau” e algumas palavras comuns. Fala as primeiras palavras e imita a ação de outras pessoas. Aumenta a interação verbal através de palavras simples. Identifica o próprio nome quando a chama. Entende comandos verbais simples como “dar tchau”, “mandar beijo” e “bater palmas”.

12 a 18 meses – Fala as primeiras palavras e frases curtas de 2 ou 3 palavras; identifica partes do corpo, pessoas e brinquedos; localiza sons vindos de todas as direções (esquerda, direita, de cima e de baixo); pede o que quer tentando falar o nome do objeto. Começa a compreender e responder a comandos verbais mais complexos (“cadê a mamãe?”, “cadê o papai?”).

18 a 24 meses – Obedece a ordens simples; identifica brinquedos e coisas da casa; reconhece sons como telefone, campainha e cachorro latindo. Compreende e emite frases simples. Compreende ordens relacionadas as partes do seu corpo (“cadê a mão?” “cadê o pé?”).

24 a 36 meses – Responde com “sim” ou “não” a perguntas simples; refere-se a si mesmo pelo nome. Fala frases maiores, ainda com algumas trocas na fala – mas é possível entender tudo que fala, no entanto há erros gramaticais. Aos 5 anos domina todos os sons, ou seja, não apresenta trocas na fala; conta estórias e compreende ordens complexas. Fala corretamente todos os sons da língua.

Fonte: Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia


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Em tempo de Coronavírus, precisamos ter atenção redobrada com a higiene dos aparelhos auditivos e implantes cocleares – afinal manuseamos os aparelhos com as mãos pelo menos duas vezes por dia, fora todas as outras vezes que os tocamos sem nem perceber!

1 – A higiene das mãos deve ser IMPECÁVEL antes de tocar nos seu aparelho auditivo ou implante coclear. Lave-as com água e sabão antes de colocar os aparelhos pela manhã, antes de trocar pilhas ou baterias em casa e antes de retirar seus aparelhos para tomar banho ou dormir. Mãos sempre limpas – dê um jeito de lembrar disso quando pensar nas suas próteses auditivas!

2 – Uma boa dica é usar desumidificador elétrico, que além de desumidificar também esteriliza seus aparelhos auditivos ou implantes!

3 – único produto que deve ser usado na limpeza de aparelhos auditivos e implantes cocleares é o álcool isopropílico. Nenhum outro. Esse álcool contém uma porcentagem de água de menos de 1% – removendo a oleosidade e não comprometendo seu funcionamento
Esqueça os produtos de limpeza tradicionais, que são corrosivos e abrasivos.

4 – Algumas marcas de aparelhos auditivos vendem lencinhos anti-bacterianos. Pode ser uma boa saída tê-los na bolsa sempre, pois se você precisar tocá-los na rua esses lencinhos garantem a limpeza pós toque de emergência.

Fonte: Paula Pfeifer Moreira


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A  LBI (Lei Brasileira de Inclusão), que é a Lei Federal 13.146/2015, diz que:

Art. 44. § 6º As salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para a pessoa com deficiência.

E nem mesmo os direitos autorais podem ser utilizados como desculpa para não fornecer acessibilidade. Mas então por que as sessões já não são todas acessíveis?

Porque além dos prazos da lei, um pouco depois, no ano de 2016 foi divulgada a Normativa 128 da ANCINE (Agência Nacional do Cinema), que determina as responsabilidades e detalhes: o produtor do filme é responsável por fazer as legendas, e enviá-las ao exibidor (cinema), que deve exibir as legendas.

 

Na prática, como é essa acessibilidade?

Segundo a normativa 128 da Ancine, atualizada pela normativa 148/2019:

“Art. 3º. As salas de exibição comercial deverão dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

1º. Os recursos de acessibilidade deverão ser providos na modalidade fechada individual.

Este trecho fala de legendagem (comum), legendagem descritiva e Libras. Ou seja, todas as opções acima devem estar disponíveis, e não apenas uma delas. A audiodescrição é para pessoas com deficiência visual.

E o que é legendagem descritiva? São aquelas legendas em que “devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos”, conforme a normativa. Ou seja, quando estiver chovendo, deverá aparecer na legenda algo como: “Barulho da chuva”, quando um carro ligar, deverá aparecer “Barulho do motor”, e assim por diante.

 

E o que significa modalidade fechada individual?

Individual significa que toda essa acessibilidade será fornecida de uma maneira que seja visível apenas para quem precisa, sem impactar os outros espectadores. Modalidade fechada significa de forma que possa ser desligada ou ligada conforme necessidade. Portanto, a legenda não será na tela, para todos verem, mas sim em equipamentos que permitam a exibição individualmente.

Alguns cinemas já começaram a divulgar as tecnologias que estão utilizando, por exemplo, um dispositivo acoplado na cadeira, em que aparecem as legendas ou Libras sincronizadas com o filme, como nos exemplos abaixo:

E se for um grupo de surdos, quantos equipamentos desses a empresa deve ter?

Isso depende do número de salas do cinema (considerando cada unidade de cinema individualmente, e não a soma de todas as salas do país). Se tiver uma só sala, terá no mínimo três equipamentos, se tiver duas salas, no mínimo cinco equipamentos, e para cinco salas, nove equipamentos. A tabela completa relacionando o número de salas e o número de equipamentos está no anexo da normativa 128. Quando você for ao cinema, é só solicitar na bilheteria e indicar a acessibilidade que precisa.

 

Quando começa a valer?

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, 100% (cem por cento) do total de salas deverá ter acessibilidade.

 

Porém…

No último dia de 2019, um dia antes de a normativa entrar em vigor, do prazo para 100% de acessibilidade. A Medida Provisória MP 917/2019 adiou por mais um ano a total adequação dos cinemas, sob a desculpa de que os cinemas não receberam as verbas para esta adequação.

Alguns cinemas já estão adaptados parcialmente, e as reações são as mais diversas. Há algumas pessoas que gostaram e se emocionaram por finalmente ir ao cinema e ter legendas. Por outro lado, há muitas que não se sentiram confortáveis e odiaram essa opção de exibição. A tecnologia utilizada pode não ser perfeita para todos, mas como está cumprindo o que determina a normativa, infelizmente não depende só do cinema para mudar.

 

A Ancine respondeu que:

A Análise de Impacto Regulatório (…) recomendou a adoção de modalidade fechada individual por entender que ela seria a que melhor conjugaria os interesses dos usuários e não usuários dos recursos de acessibilidade, além de garantir máxima inclusão. Esta máxima inclusão significa, essencialmente, a possibilidade de fruição concomitante do conteúdo audiovisual, com ou sem o auxílio de recursos de acessibilidade.

Reconhecemos que cada opção de ação traz um conjunto de trade-offs, e as tecnologias atuais para a modalidade fechada individual de fato possuem algumas desvantagens, relacionadas, por exemplo, à distância focal e ao nível de brilho gerado. Por outro lado, é a única modalidade que permite que os recursos de acessibilidade sejam disponibilizados apenas para aqueles que assim o desejarem, reduzindo o inconveniente gerado à parcela do público espectador que não empregará tais recursos.” – Ancine.

Resumindo, eles reconhecem que esse modelo tem desvantagens, mas o escolheram porque não desejam afetar o público que não precisa  da acessibilidade.

 

Por último…

A normativa sem dúvidas é um passo na direção certa, embora a forma como a acessibilidade foi determinada esteja gerando tanta polêmica. Não deixe de fazer sua parte, enviando sua opinião para a ANCINE e sugerindo melhorias. Se você já testou alguma tecnologia dessa no cinema, comente o que achou! Se não testou, que tal procurar o cinema mais próximo, que já esteja adaptado, e ter essa experiência?

Se, após o prazo, não estiverem disponíveis os recursos de acessibilidade, as penalidades vão desde advertência até multa de cem mil reais, em processo administrativo ainda a ser regulamentado. Portanto, fique de olho e denuncie se não tiver acessibilidade!

Fonte: Crônicas da Surdez – Paula Pfeifer Moreira


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Como a tecnologia está aperfeiçoando os dispositivos para superar a perda de audição. Há modelos hiperconectados, minimalistas, ultrarresistentes…

Ludwig van Beethoven (1770-1827) já estava praticamente surdo quando começou a criar, aos 48 anos, sua obra mais famosa, a Nona Sinfonia. Se existissem aparelhos auditivos na Viena do século 19, o compositor, que sofria de otosclerose, doença genética que compromete a estrutura interna do ouvido, teria conseguido trabalhar até o fim da vida.

Quase dois séculos depois, esses dispositivos eletrônicos prestam serviço a pessoas nas mais diversas faixas etárias e ocupações – de músicos a quem curte “apenas” ouvir um som. E, agora, dão um concerto de modernidade: estão cada vez menores e mais conectados, são à prova d’água e ostentam baterias de longa duração.

Não pense que é pouca gente que deve comemorar a tendência. No Brasil do século 21, algo em torno de 10 milhões de cidadãos apresentam algum grau de perda auditiva. Desse total, 2 milhões não ouvem quase nada e só se comunicam quando o interlocutor aumenta bastante o tom de voz.

A causa mais prevalente de perda auditiva é o envelhecimento. No entanto, a surdez decorrente de poluição sonora tem ocorrido em uma idade cada vez mais precoce. É isso que amplia o escopo de atuação dos aparelhos auditivos. Sempre que a perda de audição interferir na comunicação e no aprendizado, o médico deve indicar o uso de aparelhos auditivos.

O déficit auditivo tem, em geral, dois grupos de causas:

  • as congênitas, como a otosclerose de Beethoven, e
  • as ambientais, caso da idade e da exposição a barulho.

Diante de suspeitas, o conselho é fazer os exames audiológicos. O ideal é detectar o problema quanto antes. Isso não quer dizer que a deficiência vai estacionar ou regredir, mas, com o uso de uma prótese, se consegue maximizar a audição do usuário.

 

Os dispositivos modernos

É aí que entra a nova geração de aparelhos auditivos. Falamos de apetrechos que, de tão pequenos, praticamente somem na mão do usuário. De versões com baterias duradouras. De modelos que se conectam à internet e a outras plataformas.

O futuro já começou nesse mercado que, só nos Estados Unidos, tende a crescer 5% ao ano – algo que deve ecoar no Brasil. O tamanho do aparelho ainda é o maior atrativo para quem sofre de perda auditiva. Quanto menor, melhor para o paciente.

O segredo está nas baterias de íons de lítio, semelhantes às usadas em celulares. O fato de o indivíduo não precisar manusear baterias microscópicas encoraja muitos deles, principalmente os mais idosos, a aderir ao uso.

Há ainda modelos que permitem fazer mergulhos de até 1 metro de profundidade durante 30 minutos. E detalhe: ouvindo música durante o nado.

De fato, por mais arrojados que sejam os novos modelos, a relutância em usá-los ainda é grande. Para muitos, aparelho auditivo é sinônimo de velhice ou, pior, surdez. E nem adianta argumentar que pessoas usam óculos de grau e, nem por isso, são chamadas de cegas. Puro preconceito ou falta de informação, né?

Essa rejeição costuma ser natural no início, mas depois que é explicado que o aparelho vai ajudar a recuperar a habilidade de ouvir e interagir, as pessoas tendem a perder o preconceito.

Em nome da discrição, porém, empresas já vêm bolando aparelhinhos totalmente internos – ao contrário das versões tradicionais, esses dependem de um procedimento para a instalação. No Brasil, 35 pacientes, com graus de deficiência de leve a severa, já se submeteram à técnica que consiste em implantar um dispositivo de 3,5 milímetros de espessura dentro do ouvido. A exemplo dos modelos convencionais, ele amplifica o som que chega ao ouvido. Só que fica debaixo da pele e ninguém vê.

O fim do silêncio

Apesar da eficácia nos casos de déficit leve ou moderado, há situações que os aparatos de última geração não resolvem. Quando a perda auditiva é profunda, por exemplo, não raro a solução recai no implante coclear. Nessa intervenção, eletrodos fazem as vezes da cóclea, lá dentro da orelha. A técnica é indicada nos graus severo e profundo ou quando os aparelhos já não oferecem benefício.

 

Perda auditiva não escolhe idade

Na infância, ela pode ser causada por infecções, lesões na cabeça ou remédios tóxicos ao ouvido. O tratamento deve ocorrer logo após o diagnóstico. Caso contrário, ocorrem prejuízos ao córtex auditivo.

Ainda que isso aconteça, felizmente existe um número expressivo de aparelhos para os pequenos. Uns com luzes que indicam falta de bateria, outros com presilhas que evitam a perda da prótese. Porém as crianças precisam de uma equipe bem treinada para ajudá-las a se adaptar ao dispositivo.

 

Os graus da perda de audição

Leve: a pessoa até interage em um bate-papo entre amigos, mas tem dificuldade para decifrar cochichos, por exemplo.

Moderada: não se consegue falar ao telefone ou assistir à televisão sem aumentar o volume do aparelho.

Severa: é impossível manter uma conversa em tom normal (60 dB). O indivíduo só consegue escutar ou se faz entender em volume bem alto.

Profunda: a pessoa escuta apenas ruídos estridentes como os de buzina, de britadeira ou aparelho de MP3 no volume máximo (entre 110 e 130 dB).

FONTE: Revista Saúde


Instituto Otovida

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Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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