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Hoje em dia falamos muito sobre a importância da atividade física, de cuidar do coração, da pele, mas pouco se discute sobre os cuidados com a audição, a fala e o olfato. Assim como os outros órgãos, a audição também envelhece e precisa de monitoramento desde a infância até a terceira idade.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a surdez atinge 28 milhões de brasileiros. Isso representa 14% da população do País. No mundo a OMS aponta que 10% da população têm alguma perda auditiva e boa parte dessas pessoas teve a audição danificada por exposição excessiva a sons.

Outro levantamento da OMS mostra que 900 milhões de pessoas em todo o mundo poderão vir a ter surdez até 2050, quase o dobro da quantidade atual. Por esse motivo, a surdez é uma das cinco prioridades da OMS para este século.

Veja abaixo os CUIDADOS necessários e preventivos para uma boa saúde auditiva:

Assim como qualquer outra parte do corpo humano, a audição precisa de atenção especial. Para manter a saúde do tecido auditivo em dia, são necessários cuidados básicos como não se expor a barulhos muito altos em fones de ouvido, evitar introduzir objetos e deixar cair água dentro do canal auditivo, pois isso, pode causar infecções.

O cotonete também é um vilão quando o assunto é audição. As hastes flexíveis são para limpar a orelha e o hábito de limpar dentro do ouvido com o cotonete pode ser um risco, principalmente porque ele pode machucar o tímpano. Ele serve para a gente passar só na parte externa do ouvido.

A limpeza com cotonetes deve se restringir à parte mais externa do ouvido e o uso incorreto pode levar a problemas sérios, e até a surdez. A limpeza de forma errada pode levar à formação de rolhas de cerume que obstruem os ouvidos causando a perda da audição que se resolve, somente, após a limpeza adequada com o otorrinolaringologista.


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Não!
Veja o que fazer, mas principalmente o que não fazer!
Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água acumulada no ouvido – além do grande incômodo, pode ser indício de algum problema.
A dor de ouvido após contato com água pode significar o início de uma infecção local – alertam os otorrinolaringologistas do Instituto Otovida.
Esse tipo de otite se chama otite externa e se apresentam com dor, coceira, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição e, por vezes, presença de secreção. Se houver água no ouvido e dor, procure um médico especializado.
Dicas dos nossos Otorrinolaringologistas:
* Evite manipular o ouvido com hastes flexíveis;
* Seque o conduto auditivo após o contato excessivo com a água;
* Use protetor auricular ao nadar;
* Evite a automedicação. O uso de medicações caseiras ou apenas de anti-inflamatórios pode acarretar a piora da infecção local e sua extensão para toda a orelha.
Durante o tratamento, evite o contato com a água e manipulação da orelha.
O importante é que o ouvido fique seco por dentro. O maior problema não é a água que entra nos ouvidos, mas a água que fica lá por um tempo longo, criando condições ideais para o desenvolvimento de bactérias ou fungos.
ATENÇÃO: Não introduza nenhum instrumento para limpar ou coçar o interior dos ouvidos. Além do risco de lesar a pele, a remoção da camada de sobre a mesma, deixa-a desprotegida e mais propensa a se infectar quando em contato com a água.

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Os pais devem ter atenção com objetos que crianças colocam no ouvido, e quando acontecer – a recomendação é levá-los ao otorrino infantil para evitar maiores danos.

O ouvido direito é o preferido das crianças, que costumam colocar, especialmente, pedras, grãos de milho e feijão, algodão, brincos, tarraxas e pilhas.

Então, mamães e papais, ATENÇÃO com os pequenos em casa.

Esse tipo de situação é grave, porque pode levar a perfuração do tímpano, infecção de ouvido, dor e até surdez.

Os especialistas reforçam que os pais devem ficar atentos caso a criança leve a mão ao ouvido com frequência, tente coçar ou retirar o objeto com o dedo ou comece a se queixar de dor de ouvido.

Dependendo do grau da inflamação, pode ocorrer febre, além de sangramento e até mesmo edema e secreção no conduto auditivo externo.

A retirada do objeto exige muito cuidado, pois o canal auditivo é estreito e existe pouco espaço para o instrumental e o corpo estranho e, muitas vezes, a retirada precisa ser feita depois de sedação em um centro cirúrgico.


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Todas as pessoas devem incluir o exame auditivo no seu check up anual de saúde: desde crianças até idosos, para garantir o seu bem-estar e a qualidade de vida.

A perda da audição acontece de forma gradativa, na maioria dos casos, e, por isso, nem sempre a pessoa se dá conta de que está com dificuldades para ouvir. No caso das crianças, é ainda pior para os pais identificarem esses problemas pois dependem de uma atenção ainda maior.

Alguns casos exigem ainda mais atenção para a realização do exame auditivo com ainda mais frequência, que são:

*Pessoas que têm predisposição a ter perda auditiva, em função da hereditariedade ou de doenças relacionadas, por exemplo, essa necessidade se faz ainda mais fundamental para o acompanhamento da saúde auditiva do paciente.

*Crianças com idade escolar também devem ser avaliadas anualmente para que não haja prejuízo em seu desempenho acadêmico.

*Quem trabalha em ambientes ruidosos – realize o exame a cada seis meses para checar sua saúde auditiva e ir arquivando os exames para acompanhar se aquele ambiente está trazendo perda auditiva gradativa.

*Pessoas acima dos 40 anos também devem dar uma especial atenção à sua saúde auditiva, pois assim como se realiza exames de sangue e outras consultas anualmente indispensáveis, a perda de audição também está frequentemente associada ao envelhecimento humano.

Agende sua consulta! A avaliação anual da audição é extremamente importante para detectar de forma precoce uma possível perda auditiva. Nós do Instituto Otovida somos especialistas em cuidar de você! 😉💚


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A otite externa, também conhecida como “ouvido de nadador”, é uma inflamação da pele do canal auditivo externo, que transporta os sons do exterior ao tímpano.

Geralmente, a otite só ocorre quando o nosso ouvido está em contato com a água de forma intensiva, como na praia ou na piscina, favorecendo assim o desenvolvimento de fungos e bactérias.

Outras vezes, a otite é o resultado de alergias, eczemas, feridas por arranhões ou danos com objetos afiados.

Veja abaixo os principais sintomas e como prevenir a otite:

O principal sintoma da otite externa é a dor de ouvido, que pode variar de um simples incomodo até uma dor severa.

As vezes o ouvido drena, o que dificulta a audição quando se junta com outras impurezas ou com a própria inflamação.

Ao tomar banho, seque perfeitamente os ouvidos com a toalha ou secador.

Não limpe o ouvido com qualquer objeto.

Não tente eliminar a cera pelas suas próprias vias.

Se algum dos sintomas de otite acima descritos aparecerem consulte um médico, no Instituto Otovida temos os melhores especialidades para atender você.


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O ouvido humano possui três ossículos conectados entre si chamados de martelo, bigorna e estribo. Eles juntos correspondem ao tamanho de uma moeda pequena.

O estribo, além de ser o menor osso do ouvido, é também o menor osso de todo o corpo humano. Esses ossículos estão localizados na orelha média e têm a função de converter mecanicamente as vibrações do tímpano e conduzir à orelha interna.


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A otite externa, também conhecida como “ouvido de nadador”, é uma inflamação da pele do canal auditivo externo, que transporta os sons do exterior ao tímpano.

Geralmente, a otite só ocorre quando o nosso ouvido está em contato com a água de forma intensiva, como na praia ou na piscina, favorecendo assim o desenvolvimento de fungos e bactérias.

Outras vezes, a otite é o resultado de alergias, eczemas, feridas por arranhões ou danos com objetos afiados.

Veja abaixo os principais sintomas e como prevenir a otite:

O principal sintoma da otite externa é a dor de ouvido, que pode variar de um simples incomodo até uma dor severa.

As vezes o ouvido drena, o que dificulta a audição quando se junta com outras impurezas ou com a própria inflamação.

Ao tomar banho, seque perfeitamente os ouvidos com a toalha ou secador.

Não limpe o ouvido com qualquer objeto.

Não tente eliminar a cera pelas suas próprias vias.

Se algum dos sintomas de otite acima descritos aparecerem consulte um médico, no Instituto Otovida temos os melhores especialidades para atender você.


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A perda auditiva no idoso, faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. Isso acontece, devido à morte de algumas células auditivas. Cerca de 11% dos pacientes entre 44 e 54 anos já apresentam alguma perda auditiva. Este percentual sobe para 25% entre as pessoas de 55 e 65 anos e chega a quase 50% da população com mais de 70 anos.

Componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo de perda progressiva da audição ao longo da vida (presbiacusia).

Por isso, no decorrer do dia-a-dia cuide da sua saúde e da sua audição.

Previna-se da perda auditiva na terceira idade!


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Em vez de limpar, elas empurram a cera cada vez mais pra dentro do conduto auditivo, acarretando sérios problemas e infecções, como as otites, podendo causar até uma perfuração no tímpano.

As orelhas devem ser limpas, após o banho, com uma toalha macia, apenas pelo lado de fora.

A Cera é benéfica e protege os nossos ouvidos, mas somente enquanto não incomodar.

Dependendo da pessoa, algumas nunca precisaram ir ao médico, outras necessitam de lavagens periódicas.

Quando isso ocorre, somente o otorrino poderá limpar mais profundamente.

No Instituto Otovida temos profissionais capacitamos e especialistas em cuidar de você.


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Com o objetivo de estudar o ZUMBIDO para melhor atender e oferecer técnicas atuais de atendimento clínico, o Instituto Otovida realiza, desde 2017, o Grupo de Atenção e Estudo do Zumbido – formado por uma equipe multidisciplinar com fonoaudólogas, psicólogos, fisioterapeutas e médicos otorrinolaringologistas especialistas em otoneurologia.

O Instituto Otovida é um centro de referência na área da saúde auditiva, além de pioneiro no estudo do ZUMBIDO sendo o primeiro grupo do Estado de Santa Catarina – com o principal propósito de oferecer o melhor tratamento aos pacientes.

O ZUMBIDO não é um doença, é um sintoma que é comum a várias doenças ou alterações, e por isso sempre merece uma investigação de sua causa. Pode ser definido como uma percepção sonora na ausência de estímulo acústico externo. Em outras palavras é um som que é percebido, na maioria das vezes, apenas pela própria pessoa e que parece vir de uma das orelhas, de ambas as orelhas, ou simplesmente de “dentro da cabeça”. O zumbido pode ser de vários tipos. Geralmente se parece com um som contínuo, semelhante a um apito, um

grilo, uma cigarra, a um chiaço, um motor, dentre outras definições. Porém, menos comumente, pode se parecer com algo pulsátil, como o bater do coração ou o bater de asas de um inseto, por exemplo. Além disso, uma mesma pessoa pode ter zumbidos diferentes, que podem ser percebidos no mesmo local ou em locais diferentes.

Atualmente cerca de 28 milhões de brasileiros sofrem de zumbido. No mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são 278 milhões de pessoas com o problema.

O Instituto Otovida busca diariamente a qualidade de vida dos seus pacientes e através do GAEZ estuda e trata o ZUMBIDO.

Nas próximastextos iremos conversar mais sobre os estudos realizados pelo GAEZ, assim como os melhores tratamentos.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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