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NOSSO BLOG

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As infecções respiratórias são as principais vilãs do inverno. Elas representam grande parte dos problemas que surgem nesta época.

Conheça as mais comuns:

  • Bronquite
  • Asma
  • Gripe
  • Resfriado
  • Pneumonia
  • Rinite
  • Sinusite
  • Faringite
  • Amigdalite

PREVINA-SE

  • Procure se alimentar adequadamente para manter sua imunidade elevada.
  • Beba muito líquido.
  • Evite lugares fechados e com pouca circulação de ar.
  • Lave as mãos com frequência.
  • Mantenha a casa limpa, livre de poeira, ácaros, etc..
  • Mantenha o ambiente bem umidificado.
  • Evite fumar.
  • Mantenha as vacinas em dia.

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no inverno? Entre em contato com o INSTITUTO OTOVIDA e envie sua pergunta.


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junho 23, 2020 JSBlog0

Agora temos um NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO para dúvidas, sugestões, reclamações e elogios 😉 será realizado via e-mail institutootovida@gmail.com

Adotamos o canal online como forma de prevenção ao coronavírus, evitando desta forma, o compartilhamento com objetos, a exemplo de caneta, papel, entre outros.

Nosso objetivo é continuar prestando um atendimento de qualidade e um bom suporte aos clientes.

Entre em contato conosco – será um prazer atende-lo.

PARTICIPE! Aguardamos sua mensagem.


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(…) são mudas

Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. As pessoas surdas apresentam condições físicas e fisiológicas necessárias para falar. Algumas não falam porque não foram ensinadas, outras porque acham que a língua favorece a efetivação e a agilidade na comunicação, e outras ainda por opção.

(…) são muito nervosas

A utilização de gestos, da ênfase na expressão facial, do esforço para falar e da ausência do feedback auditivo (não escutam os sons que emitem), fazem com que os ouvintes imaginem que os surdos estão “nervosos”. Na realidade, estão somente se comunicando, ou tentando se comunicar. Ser nervoso não é uma característica da surdez.

(…) não escutam nada, ou escutam quando querem

Todo surdo pode escutar algum tipo de som. A maioria ouve sons de forte intensidade e graves (trovão, batida de porta). Assim como a visão, a audição também se efetiva em graus. Alguns surdos conseguem ouvir a voz e escutar a fala ao telefone. A impressão de que às vezes o surdo responde a sons e outras não, fazendo com que o ouvinte pense que “escutam quando querem” deve-se a alguns fatores: a distância da emissão do som, a freqüência da voz da pessoa que fala, o tipo de som (grave/agudo), a intensidade do som (forte/fraco) e também, o nível de atenção do surdo ao som emitido.

(…) que todas fazem leitura labial

A leitura labial não é uma habilidade natural, em todo surdo. Esta precisa ser ensinada, como se ensina leitura, escrita, etc. Poucas pessoas surdas fazem uma boa leitura labial (ler a posição dos lábios), Especialmente porque a pessoa ouvinte, ao se comunicar com um surdo, esquece-se da deficiência, vira-se para os lados, usa bigode, e isso atrapalha a visualização da boca do falante. A maioria faz o que se chama leitura da fala (visualização de toda fisionomia da pessoa que fala, incluindo sua expressão fisionômica e gestos espontâneos). Isto produz alguns problemas na comunicação. Uma minoria não consegue fazer nenhuma dessas leituras e só se comunica através de sinais, aprendidos no decorrer de sua história de vida familiar e social, ou mesmo através da Língua Brasileira de Sinais. Assim, não é verdadeiro que a leitura labial seja uma capacidade inata.

Fonte: deficienteonline.com.br


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Qual a importância da audição para o bebê?

A audição é uma das principais formas de conexão da criança com o mundo. É por meio da audição que a criança desenvolve a linguagem oral e aprende a falar.

Com quantos dias de vida o bebê começa a ouvir?

A audição já está formada desde a gestação. Na gravidez, o bebê é capaz de reconhecer a voz da mãe e quando nasce, aos poucos começa a descobrir de onde cada som está vindo, e quem ou o que o está produzindo.

Como saber se o bebê ouve bem?

A triagem auditiva neonatal conhecida como teste da orelhinha é a única estratégia que permite a identificação precoce de bebês com perda auditiva. É um procedimento simples, rápido e indolor que avalia a audição do bebê.

Qual a importância da triagem auditiva neonatal?

Quando for identificada alteração na triagem auditiva neonatal o bebê deve ser encaminhado para realização do diagnóstico audiológico e habilitação auditiva com a maior brevidade possível. A intervenção precoce possibilita que crianças com perda auditiva desenvolvam a linguagem oral e aprendam a falar como uma criança com audição normal.

Onde e quando o bebê deve fazer a triagem auditiva neonatal?

A triagem deve ser realizada preferencialmente na maternidade, nas primeiras 48 horas de vida. Caso o bebê precise ficar internado após o nascimento, a triagem deve ser realizada antes da alta. Se a triagem não for realizada na maternidade a família deve buscar agendamento ambulatorial ainda nos primeiros 30 dias de vida.

Quais as principais causas da perda auditiva neonatal?

Existem diversos fatores de risco associados à perda auditiva no neonatal, dentre eles os mais comuns são infecções da mãe durante a gestação (toxoplasmose, herpes, rubéola, sífilis, citomegalovírus, Zica vírus, HIV), história familiar de surdez, prematuridade, peso ao nascer menor de um 1.500g, internação por cinco dias ou mais em UTI neonatal, uso de determinados antibióticos, entre outros.

Se o bebê se assusta com sim alto é sinal que ouve bem?

Não necessariamente. Existem vários graus de perda auditiva. O bebê pode ter uma perda auditiva leve ou moderada e ainda assim assustar-se com sons altos. As perdas auditivas leves ou moderadas podem causar atraso no desenvolvimento da linguagem.

O Instituto Otovida realiza o TESTE DA ORELHINHA no seu bebê – Entre em contato conosco pelo telefone (48) 32236060 ou via WhatsApp (48) 99172-0606 e (48) 99178-2207.


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Em tempo de Coronavírus, precisamos ter atenção redobrada com a higiene dos aparelhos auditivos e implantes cocleares – afinal manuseamos os aparelhos com as mãos pelo menos duas vezes por dia, fora todas as outras vezes que os tocamos sem nem perceber!

1 – A higiene das mãos deve ser IMPECÁVEL antes de tocar nos seu aparelho auditivo ou implante coclear. Lave-as com água e sabão antes de colocar os aparelhos pela manhã, antes de trocar pilhas ou baterias em casa e antes de retirar seus aparelhos para tomar banho ou dormir. Mãos sempre limpas – dê um jeito de lembrar disso quando pensar nas suas próteses auditivas!

2 – Uma boa dica é usar desumidificador elétrico, que além de desumidificar também esteriliza seus aparelhos auditivos ou implantes!

3 – único produto que deve ser usado na limpeza de aparelhos auditivos e implantes cocleares é o álcool isopropílico. Nenhum outro. Esse álcool contém uma porcentagem de água de menos de 1% – removendo a oleosidade e não comprometendo seu funcionamento
Esqueça os produtos de limpeza tradicionais, que são corrosivos e abrasivos.

4 – Algumas marcas de aparelhos auditivos vendem lencinhos anti-bacterianos. Pode ser uma boa saída tê-los na bolsa sempre, pois se você precisar tocá-los na rua esses lencinhos garantem a limpeza pós toque de emergência.

Fonte: Paula Pfeifer Moreira


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A  LBI (Lei Brasileira de Inclusão), que é a Lei Federal 13.146/2015, diz que:

Art. 44. § 6º As salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para a pessoa com deficiência.

E nem mesmo os direitos autorais podem ser utilizados como desculpa para não fornecer acessibilidade. Mas então por que as sessões já não são todas acessíveis?

Porque além dos prazos da lei, um pouco depois, no ano de 2016 foi divulgada a Normativa 128 da ANCINE (Agência Nacional do Cinema), que determina as responsabilidades e detalhes: o produtor do filme é responsável por fazer as legendas, e enviá-las ao exibidor (cinema), que deve exibir as legendas.

 

Na prática, como é essa acessibilidade?

Segundo a normativa 128 da Ancine, atualizada pela normativa 148/2019:

“Art. 3º. As salas de exibição comercial deverão dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

1º. Os recursos de acessibilidade deverão ser providos na modalidade fechada individual.

Este trecho fala de legendagem (comum), legendagem descritiva e Libras. Ou seja, todas as opções acima devem estar disponíveis, e não apenas uma delas. A audiodescrição é para pessoas com deficiência visual.

E o que é legendagem descritiva? São aquelas legendas em que “devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos”, conforme a normativa. Ou seja, quando estiver chovendo, deverá aparecer na legenda algo como: “Barulho da chuva”, quando um carro ligar, deverá aparecer “Barulho do motor”, e assim por diante.

 

E o que significa modalidade fechada individual?

Individual significa que toda essa acessibilidade será fornecida de uma maneira que seja visível apenas para quem precisa, sem impactar os outros espectadores. Modalidade fechada significa de forma que possa ser desligada ou ligada conforme necessidade. Portanto, a legenda não será na tela, para todos verem, mas sim em equipamentos que permitam a exibição individualmente.

Alguns cinemas já começaram a divulgar as tecnologias que estão utilizando, por exemplo, um dispositivo acoplado na cadeira, em que aparecem as legendas ou Libras sincronizadas com o filme, como nos exemplos abaixo:

E se for um grupo de surdos, quantos equipamentos desses a empresa deve ter?

Isso depende do número de salas do cinema (considerando cada unidade de cinema individualmente, e não a soma de todas as salas do país). Se tiver uma só sala, terá no mínimo três equipamentos, se tiver duas salas, no mínimo cinco equipamentos, e para cinco salas, nove equipamentos. A tabela completa relacionando o número de salas e o número de equipamentos está no anexo da normativa 128. Quando você for ao cinema, é só solicitar na bilheteria e indicar a acessibilidade que precisa.

 

Quando começa a valer?

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, 100% (cem por cento) do total de salas deverá ter acessibilidade.

 

Porém…

No último dia de 2019, um dia antes de a normativa entrar em vigor, do prazo para 100% de acessibilidade. A Medida Provisória MP 917/2019 adiou por mais um ano a total adequação dos cinemas, sob a desculpa de que os cinemas não receberam as verbas para esta adequação.

Alguns cinemas já estão adaptados parcialmente, e as reações são as mais diversas. Há algumas pessoas que gostaram e se emocionaram por finalmente ir ao cinema e ter legendas. Por outro lado, há muitas que não se sentiram confortáveis e odiaram essa opção de exibição. A tecnologia utilizada pode não ser perfeita para todos, mas como está cumprindo o que determina a normativa, infelizmente não depende só do cinema para mudar.

 

A Ancine respondeu que:

A Análise de Impacto Regulatório (…) recomendou a adoção de modalidade fechada individual por entender que ela seria a que melhor conjugaria os interesses dos usuários e não usuários dos recursos de acessibilidade, além de garantir máxima inclusão. Esta máxima inclusão significa, essencialmente, a possibilidade de fruição concomitante do conteúdo audiovisual, com ou sem o auxílio de recursos de acessibilidade.

Reconhecemos que cada opção de ação traz um conjunto de trade-offs, e as tecnologias atuais para a modalidade fechada individual de fato possuem algumas desvantagens, relacionadas, por exemplo, à distância focal e ao nível de brilho gerado. Por outro lado, é a única modalidade que permite que os recursos de acessibilidade sejam disponibilizados apenas para aqueles que assim o desejarem, reduzindo o inconveniente gerado à parcela do público espectador que não empregará tais recursos.” – Ancine.

Resumindo, eles reconhecem que esse modelo tem desvantagens, mas o escolheram porque não desejam afetar o público que não precisa  da acessibilidade.

 

Por último…

A normativa sem dúvidas é um passo na direção certa, embora a forma como a acessibilidade foi determinada esteja gerando tanta polêmica. Não deixe de fazer sua parte, enviando sua opinião para a ANCINE e sugerindo melhorias. Se você já testou alguma tecnologia dessa no cinema, comente o que achou! Se não testou, que tal procurar o cinema mais próximo, que já esteja adaptado, e ter essa experiência?

Se, após o prazo, não estiverem disponíveis os recursos de acessibilidade, as penalidades vão desde advertência até multa de cem mil reais, em processo administrativo ainda a ser regulamentado. Portanto, fique de olho e denuncie se não tiver acessibilidade!

Fonte: Crônicas da Surdez – Paula Pfeifer Moreira


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As dificuldades de aprendizagem na escola são muito frequentes e, na maioria das vezes, estão relacionadas ao desempenho na leitura e na escrita, tanto na forma, como no conteúdo. Em alguns casos, os déficits escolares podem ser superados, em curto espaço de tempo, com algumas orientações, pois se devem a uma metodologia de ensino inadequada. No entanto, um número expressivo de crianças apresenta um transtorno específico da aprendizagem e merece uma avaliação mais cuidadosa em busca de um melhor diagnóstico, no sentido de identificar a maneira mais adequada de ajudá-las.

Uma audição normal é extremamente importante para o desenvolvimento da leitura e da escrita, pois a base da leitura é o conhecimento de que cada letra corresponde a um som. Nos recém-nascidos, a prevalência de deficiência auditiva é de aproximadamente um em cada mil nascimentos. A realização do Teste da Orelhinha ajuda a identificar crianças que nascem com perda auditiva, possibilitando um atendimento desde os primeiros meses de vida. No entanto, algumas vezes, a criança nasce com audição normal, mas apresenta uma perda congênita progressiva que pode prejudicar o aprendizado. Mais frequente ainda é a perda auditiva leve ou moderada decorrente de otite média.

A incidência de otite média está aumentando como resultado do maior ingresso, e cada vez mais precoce, nos berçários e creches. Considerando que uma criança que frequente creche pode apresentar cerca de 10 infecções virais ao ano e que, conforme estudos recentes, mais de 50% podem ser complicadas por uma otite média, é extremamente importante que tenha sua audição reavaliada ao iniciar o período escolar, mesmo que o resultado do Teste da Orelhinha tenha sido normal e que os pais acreditem que ela ouve bem.

Geralmente, a criança que apresentou vários episódios de otite média nos dois primeiros anos de vida normaliza completamente a audição quando ocorre a cura da doença, no entanto, o processamento auditivo pode permanecer alterado, provocando transtornos da aprendizagem.

Uma boa audição e um bom processamento auditivo são extremamente importantes numa sala de aula, por exemplo, em que o aluno deve focar a atenção no que é dito pelo professor e ignorar qualquer outro estímulo que possa interferir negativamente na escuta: conversa dos colegas, arrastar de cadeiras, passos no corredor, barulho do ventilador, buzinas na rua ou gritaria no pátio da escola. A criança que apresenta processamento auditivo central normal entenderá a professora com facilidade, enquanto a que tem alteração da audição ou do processamento poderá ter dificuldade em compreender o que está sendo dito, o que pode interferir negativamente no seu processo de aprendizagem.

Sempre que uma criança apresentar transtorno da aprendizagem deve ser incluída na bateria de exames uma avaliação da audição e do processamento auditivo, antes que se inicie qualquer tipo de atendimento. Quando a causa é identificada, a terapia específica para o problema é muito mais rápida e eficaz.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria


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O Carnaval é a maior festa popular do país, blocos, bailes e trios elétricos arrastam milhões de pessoas em várias cidades do Brasil. Mas com toda essa folia é necessário tomar alguns cuidados com a nossa audição. Com a exposição intensa ao barulho no Carnaval, como caixas de som e instrumentos musicais, as pessoas podem ter sensação de pressão no ouvido, zumbidos e dificuldades para ouvir.

O ouvido humano suporta até 85 decibéis sem que o som seja prejudicial. O problema é que, nos blocos de carnaval, as músicas chegam a até 120 decibéis, essa intensidade próxima de uma turbina de avião, ou seja, ultrapassam muito o permitido.

É recomendável ficar à uma distância de até 10 metros de equipamentos de som e usar protetores auriculares, que diminuem o impacto dos barulhos, músicos também devem usar.

É comum que incômodos no ouvido surgem no mesmo dia, porém, mesmo que esses incômodos desapareçam as células do ouvido podem ter sido lesionadas, que com o passar do tempo podem surgir problemas auditivos.

No caso das crianças o cuidado deve ser em dobro, com o excesso do barulho elas podem sair dos locais com forte zumbido no ouvido sem que os pais percebam. Sempre que possível questione a criança se ela sentiu mudanças na audição.

Cuide da sua audição para aproveitar os melhores momentos do Carnaval.


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O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva, é um pequeno dispositivo eletrônico que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a amplificar as ondas sonoras, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda.

Os aparelhos auditivos são indicados para quem percebeu que vem ouvindo menos. Isso pode acontecer devido à exposição a sons muito altos por tempo prolongado, ruídos, zumbidos, envelhecimento ou por causa de doenças.

Para o funcionamento do aparelho auditivo ele contém: microfone, amplificador, receptor, bateria, adaptadores e o chip de processamento sonoro.

O microfone é necessário para captar o som, o amplificador para ampliar as ondas sonoras, o receptor é responsável por enviar o som amplificado para o ouvido e as baterias devem ser trocadas de 5 a 15 dias, a troca varia da marca do aparelho e da bateria, na maioria dos casos o aparelho indica quando a bateria está fraca, dando um sinal sonoro.

O som enviado pelo aparelho é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Existem diversos modelos de aparelhos, eles variam tanto no tamanho como no tipo de cada amplificação. Os modelos são indicados de acordo com a necessidade auditiva de cada paciente.

Dentre estes modelos temos Receptor no canal (RIC), Retroauricular (BTE), Intracanal, Micro canal (CIC) e Invisível no Canal. (IIC).

Os aparelhos podem ter diferenças na qualidade sonora, quando captam os sons e na clareza da fala. Quanto mais alta a qualidade do aparelho auditivo, mais natural será a vivência auditiva do paciente.

Com o avanço dos aparelhos nos último anos, já se encontram aparelhos auditivos com tecnologia bem avançada trazendo conectividade com smartphones, telefone fixo, televisão e outros dispositivos eletrônicos.

Ao manusear o aparelho auditivo deve-se tomar muito cuidado, pois o aparelho é um dispositivo frágil e pode danificar facilmente.

É importante levar o aparelho para uma revisão e manutenção sempre que não estiver funcionando corretamente e também, é recomendável tirar sempre que tomar banho, praticar exercícios físicos e dormir.


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A descoberta da perda auditiva gera nos pais e responsáveis uma série de dúvidas e sentimentos, como angústias e negação, sobre as possibilidades de desenvolvimento da criança. Então é importante lembrar que vocês não estão sozinhos e existem muitas possibilidades de garantir o melhor desenvolvimento da criança. Desde o momento do diagnóstico, começa uma corrida contra o tempo para alinhar o melhor acesso à informação, por meio do uso da tecnologia, com o desenvolvimento das habilidades da criança. Por este motivo, a adaptação é o primeiro passo.

Existem duas tecnologias que podem (re)conectar as crianças aos sons: aparelhos auditivos ou implante coclear. Mas para definir qual deve ser usado, depende do grau e tipo de perda, idade da criança, aspectos observados no desenvolvimento, entre outros fatores. O uso desses recursos deve ser combinado à terapia com um fonoaudiólogo, profissional especializado no tratamento das alterações de audição e linguagem. Esse acompanhamento é essencial para possibilitar o desenvolvimento das habilidades de audição e linguagem. A terapia fonoaudiológica é tão importante quanto o uso regular dos dispositivos tecnológicos

Para auxiliar na escola e não atrapalhar os estudos e o desenvolvimento da criança, os acessórios de conectividade são essenciais. Além, é claro, de um professor instruído para auxiliar o aluno com a perda auditiva.

Existem aparelhos auditivos específicos para adaptação em bebês e crianças pequenas. Esses aparelhos são desenvolvidos para oferecer o melhor acesso à informação de fala, de modo seguro e confortável para a criança. E para deixa-las mais confortáveis e seguras, existem diferentes cores, travas de segurança, resistência à água e sujeiras, e compatibilidade com tecnologias.

No Instituto Otovida temos atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados, além de tratamentos e reabilitação para os melhores resultados.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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