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No mês de novembro existem diversas campanhas, uma delas é conhecida como Novembro Roxo, que promove um mês inteiro de ações e eventos voltados à prematuridade. O dia mundial da prematuridade ocorre anualmente no dia 17 de novembro.

Você já ouviu alguém falando: “Bebê prematuro não se cria!”?

Atualmente, com os avanços tecnológicos as Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) tem promovido auxílio para sobrevida dos bebês com menos de 37 semanas de gestação conhecidos como prematuros ou pré-termos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 15 milhões de bebês nascem de forma prematura todo ano.

Alguns dos sobreviventes enfrentam desafios ao decorrer da vida, podendo ser dificuldades de aprendizagem, problemas visuais, auditivos, entre outros.

Você conhece alguém prematuro? Compartilhe com a gente a história.

Texto: Eduarda Besen e Luciana Cigana


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Nos casos da dor de garganta de origem não infecciosa ocorre pelo uso excessivo da voz, irritação a ar seco e fumaça, alergias, refluxo e até mesmo câncer.

Mas no caso da dor de garganta de origem infecciosa existem várias causas.

A infecção viral é 20 vezes mais comum do que a bacteriana, e a porta de entrada são as vias aéreas, e o contágio pode ocorrer tanto pelo ar quanto pelo contato das mãos contaminadas com o nariz.

Os vírus ou bactérias infectam células e se multiplicam na área da garganta. O sistema imune reage, desatando uma inflamação. Se o agente for um vírus, o contra-ataque do organismo acontece em toda a região. Quando a causa é uma bactéria, a batalha tende a se concentrar nas amígdalas.

A ofensiva viral e a reação inflamatória despertada por ela afetam toda a mucosa da garganta, gerando vermelhidão, coceira, inchaço e dor. Na bacteriana, as amígdalas ficam inchadas e podem sediar uma placa esbranquiçada, o pus. A febre pode dar as caras em ambos os casos.


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A audição é um dos sentidos que possibilita novos aprendizados, tranquiliza a mente e ajuda-nos a melhorar a visão de mundo, mas apesar de todas essas maravilhas, muita gente não toma os devidos cuidados para manter a sensibilidade aos sons bem apurada.

Existem várias causas da perda auditiva que atingem não só idosos, mas também jovens e adultos.

Infecções

Entre os principais problemas que levam à perda da audição, estão as infecções, como a otite. Elas podem ser causadas por bactérias ou vírus, principalmente como sintoma de outras doenças: por exemplo, uma forte gripe ou uma alergia.

Perfurações do tímpano

A perfuração do tímpano pode acontecer por meio de atitudes pouco saudáveis, entre elas, a limpeza da orelha com materiais pontiagudos, como tubo de caneta, grampo de cabelo e até hastes flexíveis. No entanto, a causa mais comum da perfuração do tímpano também é a otite média, em razão das infecções. A pessoa sente uma intensa dor e sofre com sangramentos, coceira, zumbidos, diminuição da audição e presença de secreções amarelas.

Uso indevido de tecnologias

Atualmente, ouvir músicas em volume muito alto, por meio dos fones de ouvido, é um dos principais fatores responsáveis por inúmeros problemas na audição. A orientação é sempre manter o volume em uma escala agradável – Essa é uma das principais causas da perda auditiva entre os jovens. Esse tipo de lesão causada pelo fone de ouvido provoca uma perda auditiva irreversível  e que só pode ser corrigida por meio do uso de aparelhos auditivos.

Barulho intenso no trabalho

Outra causa da perda auditiva é a exposição a barulhos intensos no ambiente de trabalho, como aqueles provenientes de máquinas, soldas, furadeiras, guitarras, baterias, baixos e afins.

É dever dos empregadores garantir que todos os profissionais tenham acesso a EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) – o protetor auricular faz parte dos EPIs. O seu formato e o tecido de silicone protegem a audição de altas intensidades sonoras e garantem o conforto do trabalhador.

Fonte: Comunicare


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Audiologia é um ramo da ciência que estuda a audição, o equilíbrio e distúrbios relacionados.

O profissional que trata pessoas com perda de audição, e de forma proativa, evitando danos relacionados, são os(as) fonoaudiólogos(as). Os exames realizados pelo(a) fonoaudiólogo(a) audiologista são:

*Audiometria com reforço visual
*Audiometria de observação comportamental
*Audiometria lúdica
*Audiometria tonal
*Audiometria vocal
*Avaliação do processamento auditivo
*Emissões otoacusticas
*Acufenometria
*Imitanciometria
*Potencial Evocado auditivo de tronco encefálico – PEATE
*Seleção de prótese auditiva
*Vectoeletronustagmogafia – VENG

Além dos exames de audição, os(as) fonoaudiólogos(as) audiologistas também trabalham com a reabilitação:

*Reabilitação auditiva
*Adaptação de aparelhos auditivos
*Terapia de processamento auditivo

Os estudos audiológicos podem ser solicitados desde os primeiros dias de vida até o envelhecimento, e o especialista tem como principal atribuição restabelecer o funcionamento adequado da função auditiva, acompanhar a adaptação de próteses e instituir exercícios para a reabilitação sonora.


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POR FERNANDA LUZ MACIEL – Assistente Social Instituto Otovida

As pessoas que tem como um dos recursos para estabelecer a comunicação, a leitura orofacial, mais conhecida como leitura labial, estão encontrando dificuldades desde que foi estabelecida a obrigatoriedade do uso de máscara como forma de prevenção a contaminação do coronavírus. ⁣

Constatamos essa realidade nos atendimentos diários realizados no Instituto Otovida, principalmente com as crianças surdas que identificam o acolhimento, tão necessário, no nosso sorriso. ⁣

A máscara de tecido, cobrindo parte do rosto, impossibilita o reconhecimento da expressão facial. Assim, para reduzir a angústia, oportunizar o atendimento mais carinhoso e garantir o acolhimento, o serviço social passou a atender com a “máscara inclusiva” – aquele modelo com transparência na área da boca, permitindo a leitura labial e a visualização do sorriso, facilmente percebido pelos usuários e seus acompanhantes. E quem não precisa de um sorriso nesse momento?⁣
A iniciativa se mantém alinhada ao propósito do Instituto Otovida de incluir e acolher respeitosamente…pessoas. ⁣


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Por @beseneduarda

Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) deve ser realizada nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o nascimento, antes da alta hospitalar.

Em bebês sem indicadores de risco para deficiência auditiva é utilizado o exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE). Este exame é capaz de detectar perdas auditivas cocleares de grau leve, até 35dB.

Algumas vezes a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo, podem induzir à falha neste exame. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.

No reteste EOAE, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo.

Caso permaneça a falha, a criança é encaminhada para realizar o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE).


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As infecções respiratórias são as principais vilãs do inverno. Elas representam grande parte dos problemas que surgem nesta época.

Conheça as mais comuns:

  • Bronquite
  • Asma
  • Gripe
  • Resfriado
  • Pneumonia
  • Rinite
  • Sinusite
  • Faringite
  • Amigdalite

PREVINA-SE

  • Procure se alimentar adequadamente para manter sua imunidade elevada.
  • Beba muito líquido.
  • Evite lugares fechados e com pouca circulação de ar.
  • Lave as mãos com frequência.
  • Mantenha a casa limpa, livre de poeira, ácaros, etc..
  • Mantenha o ambiente bem umidificado.
  • Evite fumar.
  • Mantenha as vacinas em dia.

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no inverno? Entre em contato com o INSTITUTO OTOVIDA e envie sua pergunta.


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junho 23, 2020 JSBlog0

Agora temos um NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO para dúvidas, sugestões, reclamações e elogios 😉 será realizado via e-mail institutootovida@gmail.com

Adotamos o canal online como forma de prevenção ao coronavírus, evitando desta forma, o compartilhamento com objetos, a exemplo de caneta, papel, entre outros.

Nosso objetivo é continuar prestando um atendimento de qualidade e um bom suporte aos clientes.

Entre em contato conosco – será um prazer atende-lo.

PARTICIPE! Aguardamos sua mensagem.


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Qual a importância da audição para o bebê?

A audição é uma das principais formas de conexão da criança com o mundo. É por meio da audição que a criança desenvolve a linguagem oral e aprende a falar.

Com quantos dias de vida o bebê começa a ouvir?

A audição já está formada desde a gestação. Na gravidez, o bebê é capaz de reconhecer a voz da mãe e quando nasce, aos poucos começa a descobrir de onde cada som está vindo, e quem ou o que o está produzindo.

Como saber se o bebê ouve bem?

A triagem auditiva neonatal conhecida como teste da orelhinha é a única estratégia que permite a identificação precoce de bebês com perda auditiva. É um procedimento simples, rápido e indolor que avalia a audição do bebê.

Qual a importância da triagem auditiva neonatal?

Quando for identificada alteração na triagem auditiva neonatal o bebê deve ser encaminhado para realização do diagnóstico audiológico e habilitação auditiva com a maior brevidade possível. A intervenção precoce possibilita que crianças com perda auditiva desenvolvam a linguagem oral e aprendam a falar como uma criança com audição normal.

Onde e quando o bebê deve fazer a triagem auditiva neonatal?

A triagem deve ser realizada preferencialmente na maternidade, nas primeiras 48 horas de vida. Caso o bebê precise ficar internado após o nascimento, a triagem deve ser realizada antes da alta. Se a triagem não for realizada na maternidade a família deve buscar agendamento ambulatorial ainda nos primeiros 30 dias de vida.

Quais as principais causas da perda auditiva neonatal?

Existem diversos fatores de risco associados à perda auditiva no neonatal, dentre eles os mais comuns são infecções da mãe durante a gestação (toxoplasmose, herpes, rubéola, sífilis, citomegalovírus, Zica vírus, HIV), história familiar de surdez, prematuridade, peso ao nascer menor de um 1.500g, internação por cinco dias ou mais em UTI neonatal, uso de determinados antibióticos, entre outros.

Se o bebê se assusta com sim alto é sinal que ouve bem?

Não necessariamente. Existem vários graus de perda auditiva. O bebê pode ter uma perda auditiva leve ou moderada e ainda assim assustar-se com sons altos. As perdas auditivas leves ou moderadas podem causar atraso no desenvolvimento da linguagem.

O Instituto Otovida realiza o TESTE DA ORELHINHA no seu bebê – Entre em contato conosco pelo telefone (48) 32236060 ou via WhatsApp (48) 99172-0606 e (48) 99178-2207.


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0 a 03 meses – Chora e emite alguns sons. Acalma-se com a voz da mãe; observa o rosto de quem está perto; movimenta os olhos na direção do som; sorri quando alguém fala com ela. Se assusta, chora ou acorda com sons altos (batidas de palmas, portas batendo) e apresenta respostas como: despertar do sono, aceleração interrupção da mamada, susto, piscada dos olhos. Reage inconscientemente a sons familiares (voz dos pais, sons do cotidiano).

3 a 6 meses – Grita, emite alguns sons como se conversasse. Presta atenção quando alguém está falando. Localiza sons lateralmente e ao ouvir vira a cabeça para os lados procurando de onde está vindo o som; faz alguns sons (balbucio); reconhece a voz da mãe.

6 a 9 meses – Emite alguns sons. Presta atenção quando ouve o próprio nome; brinca com os sons repetindo sequências como lá lá lá. Consegue demonstrar reações de agrado ou desagrado aos sons que houve; localiza a fonte sonora para o lado e para baixo indiretamente.

9 meses a 12 meses – Entende “não”, “tchau” e algumas palavras comuns. Fala as primeiras palavras e imita a ação de outras pessoas. Aumenta a interação verbal através de palavras simples. Identifica o próprio nome quando a chama. Entende comandos verbais simples como “dar tchau”, “mandar beijo” e “bater palmas”.

12 a 18 meses – Fala as primeiras palavras e frases curtas de 2 ou 3 palavras; identifica partes do corpo, pessoas e brinquedos; localiza sons vindos de todas as direções (esquerda, direita, de cima e de baixo); pede o que quer tentando falar o nome do objeto. Começa a compreender e responder a comandos verbais mais complexos (“cadê a mamãe?”, “cadê o papai?”).

18 a 24 meses – Obedece a ordens simples; identifica brinquedos e coisas da casa; reconhece sons como telefone, campainha e cachorro latindo. Compreende e emite frases simples. Compreende ordens relacionadas as partes do seu corpo (“cadê a mão?” “cadê o pé?”).

24 a 36 meses – Responde com “sim” ou “não” a perguntas simples; refere-se a si mesmo pelo nome. Fala frases maiores, ainda com algumas trocas na fala – mas é possível entender tudo que fala, no entanto há erros gramaticais. Aos 5 anos domina todos os sons, ou seja, não apresenta trocas na fala; conta estórias e compreende ordens complexas. Fala corretamente todos os sons da língua.

Fonte: Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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