Acompanhe diversas dicas sobre saúde aqui!

NOSSO BLOG

reteste-sem.jpg

Por @beseneduarda

Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) deve ser realizada nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o nascimento, antes da alta hospitalar.

Em bebês sem indicadores de risco para deficiência auditiva é utilizado o exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE). Este exame é capaz de detectar perdas auditivas cocleares de grau leve, até 35dB.

Algumas vezes a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo, podem induzir à falha neste exame. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.

No reteste EOAE, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo.

Caso permaneça a falha, a criança é encaminhada para realizar o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE).


inverno.jpg

As infecções respiratórias são as principais vilãs do inverno. Elas representam grande parte dos problemas que surgem nesta época.

Conheça as mais comuns:

  • Bronquite
  • Asma
  • Gripe
  • Resfriado
  • Pneumonia
  • Rinite
  • Sinusite
  • Faringite
  • Amigdalite

PREVINA-SE

  • Procure se alimentar adequadamente para manter sua imunidade elevada.
  • Beba muito líquido.
  • Evite lugares fechados e com pouca circulação de ar.
  • Lave as mãos com frequência.
  • Mantenha a casa limpa, livre de poeira, ácaros, etc..
  • Mantenha o ambiente bem umidificado.
  • Evite fumar.
  • Mantenha as vacinas em dia.

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no inverno? Entre em contato com o INSTITUTO OTOVIDA e envie sua pergunta.


CANAL.png

junho 23, 2020 JSBlog0

Agora temos um NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO para dúvidas, sugestões, reclamações e elogios 😉 será realizado via e-mail institutootovida@gmail.com

Adotamos o canal online como forma de prevenção ao coronavírus, evitando desta forma, o compartilhamento com objetos, a exemplo de caneta, papel, entre outros.

Nosso objetivo é continuar prestando um atendimento de qualidade e um bom suporte aos clientes.

Entre em contato conosco – será um prazer atende-lo.

PARTICIPE! Aguardamos sua mensagem.


50596351-DD84-447C-B4F7-CCAC4E50B852.png

Qual a importância da audição para o bebê?

A audição é uma das principais formas de conexão da criança com o mundo. É por meio da audição que a criança desenvolve a linguagem oral e aprende a falar.

Com quantos dias de vida o bebê começa a ouvir?

A audição já está formada desde a gestação. Na gravidez, o bebê é capaz de reconhecer a voz da mãe e quando nasce, aos poucos começa a descobrir de onde cada som está vindo, e quem ou o que o está produzindo.

Como saber se o bebê ouve bem?

A triagem auditiva neonatal conhecida como teste da orelhinha é a única estratégia que permite a identificação precoce de bebês com perda auditiva. É um procedimento simples, rápido e indolor que avalia a audição do bebê.

Qual a importância da triagem auditiva neonatal?

Quando for identificada alteração na triagem auditiva neonatal o bebê deve ser encaminhado para realização do diagnóstico audiológico e habilitação auditiva com a maior brevidade possível. A intervenção precoce possibilita que crianças com perda auditiva desenvolvam a linguagem oral e aprendam a falar como uma criança com audição normal.

Onde e quando o bebê deve fazer a triagem auditiva neonatal?

A triagem deve ser realizada preferencialmente na maternidade, nas primeiras 48 horas de vida. Caso o bebê precise ficar internado após o nascimento, a triagem deve ser realizada antes da alta. Se a triagem não for realizada na maternidade a família deve buscar agendamento ambulatorial ainda nos primeiros 30 dias de vida.

Quais as principais causas da perda auditiva neonatal?

Existem diversos fatores de risco associados à perda auditiva no neonatal, dentre eles os mais comuns são infecções da mãe durante a gestação (toxoplasmose, herpes, rubéola, sífilis, citomegalovírus, Zica vírus, HIV), história familiar de surdez, prematuridade, peso ao nascer menor de um 1.500g, internação por cinco dias ou mais em UTI neonatal, uso de determinados antibióticos, entre outros.

Se o bebê se assusta com sim alto é sinal que ouve bem?

Não necessariamente. Existem vários graus de perda auditiva. O bebê pode ter uma perda auditiva leve ou moderada e ainda assim assustar-se com sons altos. As perdas auditivas leves ou moderadas podem causar atraso no desenvolvimento da linguagem.

O Instituto Otovida realiza o TESTE DA ORELHINHA no seu bebê – Entre em contato conosco pelo telefone (48) 32236060 ou via WhatsApp (48) 99172-0606 e (48) 99178-2207.


IMG_9978-1200x800.jpg

0 a 03 meses – Chora e emite alguns sons. Acalma-se com a voz da mãe; observa o rosto de quem está perto; movimenta os olhos na direção do som; sorri quando alguém fala com ela. Se assusta, chora ou acorda com sons altos (batidas de palmas, portas batendo) e apresenta respostas como: despertar do sono, aceleração interrupção da mamada, susto, piscada dos olhos. Reage inconscientemente a sons familiares (voz dos pais, sons do cotidiano).

3 a 6 meses – Grita, emite alguns sons como se conversasse. Presta atenção quando alguém está falando. Localiza sons lateralmente e ao ouvir vira a cabeça para os lados procurando de onde está vindo o som; faz alguns sons (balbucio); reconhece a voz da mãe.

6 a 9 meses – Emite alguns sons. Presta atenção quando ouve o próprio nome; brinca com os sons repetindo sequências como lá lá lá. Consegue demonstrar reações de agrado ou desagrado aos sons que houve; localiza a fonte sonora para o lado e para baixo indiretamente.

9 meses a 12 meses – Entende “não”, “tchau” e algumas palavras comuns. Fala as primeiras palavras e imita a ação de outras pessoas. Aumenta a interação verbal através de palavras simples. Identifica o próprio nome quando a chama. Entende comandos verbais simples como “dar tchau”, “mandar beijo” e “bater palmas”.

12 a 18 meses – Fala as primeiras palavras e frases curtas de 2 ou 3 palavras; identifica partes do corpo, pessoas e brinquedos; localiza sons vindos de todas as direções (esquerda, direita, de cima e de baixo); pede o que quer tentando falar o nome do objeto. Começa a compreender e responder a comandos verbais mais complexos (“cadê a mamãe?”, “cadê o papai?”).

18 a 24 meses – Obedece a ordens simples; identifica brinquedos e coisas da casa; reconhece sons como telefone, campainha e cachorro latindo. Compreende e emite frases simples. Compreende ordens relacionadas as partes do seu corpo (“cadê a mão?” “cadê o pé?”).

24 a 36 meses – Responde com “sim” ou “não” a perguntas simples; refere-se a si mesmo pelo nome. Fala frases maiores, ainda com algumas trocas na fala – mas é possível entender tudo que fala, no entanto há erros gramaticais. Aos 5 anos domina todos os sons, ou seja, não apresenta trocas na fala; conta estórias e compreende ordens complexas. Fala corretamente todos os sons da língua.

Fonte: Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia


shutterstock_230271508_resized-1200x801.jpg

Como a tecnologia está aperfeiçoando os dispositivos para superar a perda de audição. Há modelos hiperconectados, minimalistas, ultrarresistentes…

Ludwig van Beethoven (1770-1827) já estava praticamente surdo quando começou a criar, aos 48 anos, sua obra mais famosa, a Nona Sinfonia. Se existissem aparelhos auditivos na Viena do século 19, o compositor, que sofria de otosclerose, doença genética que compromete a estrutura interna do ouvido, teria conseguido trabalhar até o fim da vida.

Quase dois séculos depois, esses dispositivos eletrônicos prestam serviço a pessoas nas mais diversas faixas etárias e ocupações – de músicos a quem curte “apenas” ouvir um som. E, agora, dão um concerto de modernidade: estão cada vez menores e mais conectados, são à prova d’água e ostentam baterias de longa duração.

Não pense que é pouca gente que deve comemorar a tendência. No Brasil do século 21, algo em torno de 10 milhões de cidadãos apresentam algum grau de perda auditiva. Desse total, 2 milhões não ouvem quase nada e só se comunicam quando o interlocutor aumenta bastante o tom de voz.

A causa mais prevalente de perda auditiva é o envelhecimento. No entanto, a surdez decorrente de poluição sonora tem ocorrido em uma idade cada vez mais precoce. É isso que amplia o escopo de atuação dos aparelhos auditivos. Sempre que a perda de audição interferir na comunicação e no aprendizado, o médico deve indicar o uso de aparelhos auditivos.

O déficit auditivo tem, em geral, dois grupos de causas:

  • as congênitas, como a otosclerose de Beethoven, e
  • as ambientais, caso da idade e da exposição a barulho.

Diante de suspeitas, o conselho é fazer os exames audiológicos. O ideal é detectar o problema quanto antes. Isso não quer dizer que a deficiência vai estacionar ou regredir, mas, com o uso de uma prótese, se consegue maximizar a audição do usuário.

 

Os dispositivos modernos

É aí que entra a nova geração de aparelhos auditivos. Falamos de apetrechos que, de tão pequenos, praticamente somem na mão do usuário. De versões com baterias duradouras. De modelos que se conectam à internet e a outras plataformas.

O futuro já começou nesse mercado que, só nos Estados Unidos, tende a crescer 5% ao ano – algo que deve ecoar no Brasil. O tamanho do aparelho ainda é o maior atrativo para quem sofre de perda auditiva. Quanto menor, melhor para o paciente.

O segredo está nas baterias de íons de lítio, semelhantes às usadas em celulares. O fato de o indivíduo não precisar manusear baterias microscópicas encoraja muitos deles, principalmente os mais idosos, a aderir ao uso.

Há ainda modelos que permitem fazer mergulhos de até 1 metro de profundidade durante 30 minutos. E detalhe: ouvindo música durante o nado.

De fato, por mais arrojados que sejam os novos modelos, a relutância em usá-los ainda é grande. Para muitos, aparelho auditivo é sinônimo de velhice ou, pior, surdez. E nem adianta argumentar que pessoas usam óculos de grau e, nem por isso, são chamadas de cegas. Puro preconceito ou falta de informação, né?

Essa rejeição costuma ser natural no início, mas depois que é explicado que o aparelho vai ajudar a recuperar a habilidade de ouvir e interagir, as pessoas tendem a perder o preconceito.

Em nome da discrição, porém, empresas já vêm bolando aparelhinhos totalmente internos – ao contrário das versões tradicionais, esses dependem de um procedimento para a instalação. No Brasil, 35 pacientes, com graus de deficiência de leve a severa, já se submeteram à técnica que consiste em implantar um dispositivo de 3,5 milímetros de espessura dentro do ouvido. A exemplo dos modelos convencionais, ele amplifica o som que chega ao ouvido. Só que fica debaixo da pele e ninguém vê.

O fim do silêncio

Apesar da eficácia nos casos de déficit leve ou moderado, há situações que os aparatos de última geração não resolvem. Quando a perda auditiva é profunda, por exemplo, não raro a solução recai no implante coclear. Nessa intervenção, eletrodos fazem as vezes da cóclea, lá dentro da orelha. A técnica é indicada nos graus severo e profundo ou quando os aparelhos já não oferecem benefício.

 

Perda auditiva não escolhe idade

Na infância, ela pode ser causada por infecções, lesões na cabeça ou remédios tóxicos ao ouvido. O tratamento deve ocorrer logo após o diagnóstico. Caso contrário, ocorrem prejuízos ao córtex auditivo.

Ainda que isso aconteça, felizmente existe um número expressivo de aparelhos para os pequenos. Uns com luzes que indicam falta de bateria, outros com presilhas que evitam a perda da prótese. Porém as crianças precisam de uma equipe bem treinada para ajudá-las a se adaptar ao dispositivo.

 

Os graus da perda de audição

Leve: a pessoa até interage em um bate-papo entre amigos, mas tem dificuldade para decifrar cochichos, por exemplo.

Moderada: não se consegue falar ao telefone ou assistir à televisão sem aumentar o volume do aparelho.

Severa: é impossível manter uma conversa em tom normal (60 dB). O indivíduo só consegue escutar ou se faz entender em volume bem alto.

Profunda: a pessoa escuta apenas ruídos estridentes como os de buzina, de britadeira ou aparelho de MP3 no volume máximo (entre 110 e 130 dB).

FONTE: Revista Saúde


IMG_6552-1200x800.jpg

As dificuldades de aprendizagem na escola são muito frequentes e, na maioria das vezes, estão relacionadas ao desempenho na leitura e na escrita, tanto na forma, como no conteúdo. Em alguns casos, os déficits escolares podem ser superados, em curto espaço de tempo, com algumas orientações, pois se devem a uma metodologia de ensino inadequada. No entanto, um número expressivo de crianças apresenta um transtorno específico da aprendizagem e merece uma avaliação mais cuidadosa em busca de um melhor diagnóstico, no sentido de identificar a maneira mais adequada de ajudá-las.

Uma audição normal é extremamente importante para o desenvolvimento da leitura e da escrita, pois a base da leitura é o conhecimento de que cada letra corresponde a um som. Nos recém-nascidos, a prevalência de deficiência auditiva é de aproximadamente um em cada mil nascimentos. A realização do Teste da Orelhinha ajuda a identificar crianças que nascem com perda auditiva, possibilitando um atendimento desde os primeiros meses de vida. No entanto, algumas vezes, a criança nasce com audição normal, mas apresenta uma perda congênita progressiva que pode prejudicar o aprendizado. Mais frequente ainda é a perda auditiva leve ou moderada decorrente de otite média.

A incidência de otite média está aumentando como resultado do maior ingresso, e cada vez mais precoce, nos berçários e creches. Considerando que uma criança que frequente creche pode apresentar cerca de 10 infecções virais ao ano e que, conforme estudos recentes, mais de 50% podem ser complicadas por uma otite média, é extremamente importante que tenha sua audição reavaliada ao iniciar o período escolar, mesmo que o resultado do Teste da Orelhinha tenha sido normal e que os pais acreditem que ela ouve bem.

Geralmente, a criança que apresentou vários episódios de otite média nos dois primeiros anos de vida normaliza completamente a audição quando ocorre a cura da doença, no entanto, o processamento auditivo pode permanecer alterado, provocando transtornos da aprendizagem.

Uma boa audição e um bom processamento auditivo são extremamente importantes numa sala de aula, por exemplo, em que o aluno deve focar a atenção no que é dito pelo professor e ignorar qualquer outro estímulo que possa interferir negativamente na escuta: conversa dos colegas, arrastar de cadeiras, passos no corredor, barulho do ventilador, buzinas na rua ou gritaria no pátio da escola. A criança que apresenta processamento auditivo central normal entenderá a professora com facilidade, enquanto a que tem alteração da audição ou do processamento poderá ter dificuldade em compreender o que está sendo dito, o que pode interferir negativamente no seu processo de aprendizagem.

Sempre que uma criança apresentar transtorno da aprendizagem deve ser incluída na bateria de exames uma avaliação da audição e do processamento auditivo, antes que se inicie qualquer tipo de atendimento. Quando a causa é identificada, a terapia específica para o problema é muito mais rápida e eficaz.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria


SignsOfHearingLossHeader-1200x605.jpg

A descoberta da perda auditiva gera nos pais e responsáveis uma série de dúvidas e sentimentos, como angústias e negação, sobre as possibilidades de desenvolvimento da criança. Então é importante lembrar que vocês não estão sozinhos e existem muitas possibilidades de garantir o melhor desenvolvimento da criança. Desde o momento do diagnóstico, começa uma corrida contra o tempo para alinhar o melhor acesso à informação, por meio do uso da tecnologia, com o desenvolvimento das habilidades da criança. Por este motivo, a adaptação é o primeiro passo.

Existem duas tecnologias que podem (re)conectar as crianças aos sons: aparelhos auditivos ou implante coclear. Mas para definir qual deve ser usado, depende do grau e tipo de perda, idade da criança, aspectos observados no desenvolvimento, entre outros fatores. O uso desses recursos deve ser combinado à terapia com um fonoaudiólogo, profissional especializado no tratamento das alterações de audição e linguagem. Esse acompanhamento é essencial para possibilitar o desenvolvimento das habilidades de audição e linguagem. A terapia fonoaudiológica é tão importante quanto o uso regular dos dispositivos tecnológicos

Para auxiliar na escola e não atrapalhar os estudos e o desenvolvimento da criança, os acessórios de conectividade são essenciais. Além, é claro, de um professor instruído para auxiliar o aluno com a perda auditiva.

Existem aparelhos auditivos específicos para adaptação em bebês e crianças pequenas. Esses aparelhos são desenvolvidos para oferecer o melhor acesso à informação de fala, de modo seguro e confortável para a criança. E para deixa-las mais confortáveis e seguras, existem diferentes cores, travas de segurança, resistência à água e sujeiras, e compatibilidade com tecnologias.

No Instituto Otovida temos atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados, além de tratamentos e reabilitação para os melhores resultados.


objeto-ouvido-crianca-otorrinos-curitiba.jpg

Crianças estão sempre testando limites, portanto alguns comportamentos são bastante comuns na fase de desenvolvimento e aprendizado. Engolir itens pequenos ou enfiar objetos nas cavidades como nariz e ouvido são incidentes corriqueiros para alguns pais. Nesses casos, a recomendação é levá-los ao pronto atendimento para evitar maiores danos.

Segundo especialistas da Universidade de São Paulo (USP), o ouvido direito é o preferido das crianças, que costumam colocar, especialmente, pedras, grãos de milho e feijão, algodão, brincos, tarraxas e pilhas. A idade mais comum para esse tipo de incidente é aos 5 anos e que os meninos são mais “curiosos”, cerca que 70% de incidentes assim acontecem com eles.

Esse tipo de situação é grave, porque pode levar a perfuração da membrana timpânica, infecção de ouvido, dor e até surdez. Os especialistas reforçam que os pais devem ficar atentos caso a criança leve a mão ao ouvido com frequência, tente coçar ou retirar o objeto com o dedo ou comece a se queixar de dor de ouvido. Dependendo do grau da inflamação, pode ocorrer febre.

A retirada do objeto exige muito cuidado, pois o canal auditivo é estreito e existe pouco espaço para o instrumental e o corpo estranho e, muitas vezes, a retirada precisa ser feita depois de sedação em um centro cirúrgico.

TODO CUIDADO É POUCO

Se você é pai ou mãe sabe que com criança em casa a atenção deve ser redobrada. Isso porque os pequenos curiosos querem testar de tudo, desde a mão na tomada até o interesse em descobrir o que acontece se aquela mãozinha se encostar na chama acesa do fogão.

No entanto, não são apenas esses episódios que deixam os pais de cabelos em pé: pequenos objetos podem ser colocados no ouvido, por exemplo, entre uma brincadeira e outra. Além disso, insetos também podem entrar (esses, sem muito controle!) e decidir fazer morada lá.

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Otorrinolaringologia em janeiro de 2008 analisou 1356 pacientes atendidos no hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, do ano de 1992 a 2000. O objeto mais frequente colocado no ouvido foi o feijão, mais comum na idade de 1 a 4 anos. Dentre os insetos, o mais comum foi a barata, seguida de larva de mosca.

Por isso, todo cuidado é pouco. Muitas vezes os pais nem percebem, e só vão notar na hora em que a criança está com algum desconforto no ouvido. Segundo os especialistas, a criança com corpo estranho no ouvido pode inicialmente não sentir dor, mas apresentará surdez súbita e unilateral, zumbido e, com o passar do tempo, dor.
Pode haver, também, sangramento e até mesmo edema e secreção purulenta no conduto auditivo externo.

PROCURE AJUDA MÉDICA

Segundo especialistas, esses objetos podem perfurar o tímpano e causar perda auditiva irreversível. Por isso, se o objeto entrar no ouvido, a orientação é não utilizar nada que o empurre mais para dentro, como cotonete, por exemplo. Caso entre algum objeto estranho no ouvido da criança ou de qualquer pessoa, é preciso procurar um otorrinolaringologista o mais rápido possível.


swim-811197_960_720.jpg

Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água acumulada no ouvido – além do grande incômodo, pode ser indício de algum problema
A dor de ouvido após contato com água pode significar o início de uma infecção local – alertam os otorrinolaringologistas do Instituto Otovida. É importante lembrar que é recomendável o uso de analgésico para aliviar a dor, mas nunca fazer uso de solução caseira no ouvido, pois pode piorar o quadro.
Esse tipo de otite se chama otite externa, pois o contato com água ocorre associado às altas temperaturas. Aumenta a umidade local, removendo a barreira de proteção da pele, permitindo a entrada de agentes infecciosos, assim é comum o aumento dos casos no verão.
Os casos de otite externa se apresentam com dor, coceira, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição e, por vezes, presença de secreção. Se a pessoa reclama de água no ouvido e dor, procure um médico especializado.

Água Doce

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.
Dicas dos nossos Otorrinolaringologistas:
* Evite manipular o ouvido com hastes flexíveis;
* Seque o conduto auditivo após o contato excessivo com a água;
* Use protetor auricular ao nadar;
* Evite a automedicação. O uso de medicações caseiras ou apenas de anti-inflamatórios pode acarretar a piora da infecção local e sua extensão para toda a orelha;
* O tratamento correto é baseado em uso de gotas otológicas tópicas. As gotas otológicas são medicações que contém antibióticos não podendo ser compradas sem receita. Durante o tratamento, evite o contato com a água e manipulação da orelha.

Fatos sobre as otites

* Oito em cada 10 crianças têm algum episódio de dor de ouvido até os 6 anos de idade;
* As crianças, por suas características anatômicas, têm um risco maior do que os adultos de desenvolverem otites;
* A natação é uma das atividades físicas mais comuns na infância e pode estar relacionada a um aumento na incidência de otites externas.

Dor de Ouvido

É comum vermos os termos “dor de ouvido” e “otite” usados como sinônimos, mas é importante entendermos a diferença entre eles. Enquanto dor de ouvido (otalgia) é o sintoma que leva alguém a procurar atendimento, otite se refere a um processo inflamatório do ouvido e pode ser de dois tipos: otite externa e otite média.

OTITE EXTERNA é a inflamação do canal auditivo, que começa no orifício visível da orelha e termina cerca de dois centímetros para dentro. Esse é o tipo de otite mais comum nos meses quentes de verão, devido aos banhos de mar e piscina. A otite externa é uma inflamação da pele que reveste as paredes desse canal. Uma das causas mais comuns para essa inflamação é o excesso de água ou umidade acumulada. Outra causa costuma ser o mal hábito de se introduzir instrumentos de qualquer tipo para limpeza dos ouvidos.
OTITE MÉDIA é uma inflamação mais profunda e sem relação com a entrada de água nos ouvidos. Neste caso, a parte inflamada é interna ao tímpano, numa cavidade protegida da entrada de água. A otite média não tem relação com a entrada de água e normalmente é causada por inflamações do nariz e da garganta, causadas por alergias, refluxo gastresofágico, vírus e bactérias. Devido a maior incidência de gripes e resfriados no inverno, a otite média é mais comum nos meses mais frios do ano.

Prevenção das Otites Externas

* Tendo o diagnóstico de otite externa, não se deve praticar natação ou deixar cair água dentro do canal auditivo durante o tratamento. Em crianças pequenas, mesmo o banho deve ser dado com atenção. Pode ser indicado usar algum tampão auditivo ou um algodão embebido em substância oleosa para vedar o ouvido durante o banho.
* Crianças com otites externas repetidas devem tomar mais cuidado e devem secar as orelhas. O importante é que o ouvido fique seco por dentro. O maior problema não é a água que entra nos ouvidos, mas a água que fica lá por um tempo longo, criando condições ideais para o desenvolvimento de bactérias ou fungos.
* Não introduza nenhum instrumento para limpar ou coçar o interior dos ouvidos. Além do risco de lesar a pele, a remoção da camada de sobre a mesma, deixa-a desprotegida e mais propensa a se infectar quando em contato com a água.

Prevenção

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

Acompanhe a gente pelo Facebook

Cadastre-se e Receba dicas incríveis sobre saúde


Contatos e Localização

CONTATOS E LOCALIZAÇÃO

Avenida Governador Ivo Silveira, 3861 – Capoeiras, Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3223-6060

WhatsApp: (48) 99172-0606 / (48) 99178-2207

Facilidades de acesso:

Anexo ao Hotel TRI – antigo Hotel Itaguaçu, na divisa dos municípios de Florianópolis e São José.

Todos os Direitos Reservados •  JS ATIVIDADE DIGITAL