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Por @beseneduarda

Estudante de Fonoaudiologia e Estagiária no Instituto Otovida

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) deve ser realizada nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o nascimento, antes da alta hospitalar.

Em bebês sem indicadores de risco para deficiência auditiva é utilizado o exame Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE). Este exame é capaz de detectar perdas auditivas cocleares de grau leve, até 35dB.

Algumas vezes a dificuldade de se controlar o ruído em unidades de internação, as condições clínicas do neonato e a presença de vérnix no conduto auditivo externo, podem induzir à falha neste exame. E assim, se faz necessário realizar o reteste no período de até 30 dias.

No reteste EOAE, as condições de exame são melhores, e é possível verificar se a falha é em decorrência de um problema auditivo.

Caso permaneça a falha, a criança é encaminhada para realizar o exame Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE).


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Vamos conhecer melhor o(a) profissional especialista em cuidar da comunicação em todas as etapas da nossa vida: o(a) fonoaudiólogo(a).

Este é o(a) profissional da área da saúde que trabalha com os diferentes aspectos da comunicação humana: linguagem oral e escrita, fala, voz, audição e funções responsáveis pela deglutição, respiração e mastigação.

O (A) fonoaudiólogo(a) desenvolve atividades voltadas à promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia. Atua também em ensino, pesquisa e consultoria.

12 especialidades são hoje reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia:

*Audiologia

*Linguagem

*Motricidade orofacial

*Saúde Coletiva

*Voz

*Disfagia

*Fonoaudiologia educacional

*Gerontologia

*Fonoaudiologia neurofuncional

*Fonoaudiologia do trabalho

*Neuropsicologia

*Fluência

Continue acompanhando as nossas postagens aqui nas redes sociais, pois vamos falar das especialidades realizadas no Instituto Otovida.


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junho 23, 2020 JSBlog0

Agora temos um NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO para dúvidas, sugestões, reclamações e elogios 😉 será realizado via e-mail institutootovida@gmail.com

Adotamos o canal online como forma de prevenção ao coronavírus, evitando desta forma, o compartilhamento com objetos, a exemplo de caneta, papel, entre outros.

Nosso objetivo é continuar prestando um atendimento de qualidade e um bom suporte aos clientes.

Entre em contato conosco – será um prazer atende-lo.

PARTICIPE! Aguardamos sua mensagem.


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(…) são mudas

Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. As pessoas surdas apresentam condições físicas e fisiológicas necessárias para falar. Algumas não falam porque não foram ensinadas, outras porque acham que a língua favorece a efetivação e a agilidade na comunicação, e outras ainda por opção.

(…) são muito nervosas

A utilização de gestos, da ênfase na expressão facial, do esforço para falar e da ausência do feedback auditivo (não escutam os sons que emitem), fazem com que os ouvintes imaginem que os surdos estão “nervosos”. Na realidade, estão somente se comunicando, ou tentando se comunicar. Ser nervoso não é uma característica da surdez.

(…) não escutam nada, ou escutam quando querem

Todo surdo pode escutar algum tipo de som. A maioria ouve sons de forte intensidade e graves (trovão, batida de porta). Assim como a visão, a audição também se efetiva em graus. Alguns surdos conseguem ouvir a voz e escutar a fala ao telefone. A impressão de que às vezes o surdo responde a sons e outras não, fazendo com que o ouvinte pense que “escutam quando querem” deve-se a alguns fatores: a distância da emissão do som, a freqüência da voz da pessoa que fala, o tipo de som (grave/agudo), a intensidade do som (forte/fraco) e também, o nível de atenção do surdo ao som emitido.

(…) que todas fazem leitura labial

A leitura labial não é uma habilidade natural, em todo surdo. Esta precisa ser ensinada, como se ensina leitura, escrita, etc. Poucas pessoas surdas fazem uma boa leitura labial (ler a posição dos lábios), Especialmente porque a pessoa ouvinte, ao se comunicar com um surdo, esquece-se da deficiência, vira-se para os lados, usa bigode, e isso atrapalha a visualização da boca do falante. A maioria faz o que se chama leitura da fala (visualização de toda fisionomia da pessoa que fala, incluindo sua expressão fisionômica e gestos espontâneos). Isto produz alguns problemas na comunicação. Uma minoria não consegue fazer nenhuma dessas leituras e só se comunica através de sinais, aprendidos no decorrer de sua história de vida familiar e social, ou mesmo através da Língua Brasileira de Sinais. Assim, não é verdadeiro que a leitura labial seja uma capacidade inata.

Fonte: deficienteonline.com.br


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A  LBI (Lei Brasileira de Inclusão), que é a Lei Federal 13.146/2015, diz que:

Art. 44. § 6º As salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para a pessoa com deficiência.

E nem mesmo os direitos autorais podem ser utilizados como desculpa para não fornecer acessibilidade. Mas então por que as sessões já não são todas acessíveis?

Porque além dos prazos da lei, um pouco depois, no ano de 2016 foi divulgada a Normativa 128 da ANCINE (Agência Nacional do Cinema), que determina as responsabilidades e detalhes: o produtor do filme é responsável por fazer as legendas, e enviá-las ao exibidor (cinema), que deve exibir as legendas.

 

Na prática, como é essa acessibilidade?

Segundo a normativa 128 da Ancine, atualizada pela normativa 148/2019:

“Art. 3º. As salas de exibição comercial deverão dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

1º. Os recursos de acessibilidade deverão ser providos na modalidade fechada individual.

Este trecho fala de legendagem (comum), legendagem descritiva e Libras. Ou seja, todas as opções acima devem estar disponíveis, e não apenas uma delas. A audiodescrição é para pessoas com deficiência visual.

E o que é legendagem descritiva? São aquelas legendas em que “devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos”, conforme a normativa. Ou seja, quando estiver chovendo, deverá aparecer na legenda algo como: “Barulho da chuva”, quando um carro ligar, deverá aparecer “Barulho do motor”, e assim por diante.

 

E o que significa modalidade fechada individual?

Individual significa que toda essa acessibilidade será fornecida de uma maneira que seja visível apenas para quem precisa, sem impactar os outros espectadores. Modalidade fechada significa de forma que possa ser desligada ou ligada conforme necessidade. Portanto, a legenda não será na tela, para todos verem, mas sim em equipamentos que permitam a exibição individualmente.

Alguns cinemas já começaram a divulgar as tecnologias que estão utilizando, por exemplo, um dispositivo acoplado na cadeira, em que aparecem as legendas ou Libras sincronizadas com o filme, como nos exemplos abaixo:

E se for um grupo de surdos, quantos equipamentos desses a empresa deve ter?

Isso depende do número de salas do cinema (considerando cada unidade de cinema individualmente, e não a soma de todas as salas do país). Se tiver uma só sala, terá no mínimo três equipamentos, se tiver duas salas, no mínimo cinco equipamentos, e para cinco salas, nove equipamentos. A tabela completa relacionando o número de salas e o número de equipamentos está no anexo da normativa 128. Quando você for ao cinema, é só solicitar na bilheteria e indicar a acessibilidade que precisa.

 

Quando começa a valer?

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, 100% (cem por cento) do total de salas deverá ter acessibilidade.

 

Porém…

No último dia de 2019, um dia antes de a normativa entrar em vigor, do prazo para 100% de acessibilidade. A Medida Provisória MP 917/2019 adiou por mais um ano a total adequação dos cinemas, sob a desculpa de que os cinemas não receberam as verbas para esta adequação.

Alguns cinemas já estão adaptados parcialmente, e as reações são as mais diversas. Há algumas pessoas que gostaram e se emocionaram por finalmente ir ao cinema e ter legendas. Por outro lado, há muitas que não se sentiram confortáveis e odiaram essa opção de exibição. A tecnologia utilizada pode não ser perfeita para todos, mas como está cumprindo o que determina a normativa, infelizmente não depende só do cinema para mudar.

 

A Ancine respondeu que:

A Análise de Impacto Regulatório (…) recomendou a adoção de modalidade fechada individual por entender que ela seria a que melhor conjugaria os interesses dos usuários e não usuários dos recursos de acessibilidade, além de garantir máxima inclusão. Esta máxima inclusão significa, essencialmente, a possibilidade de fruição concomitante do conteúdo audiovisual, com ou sem o auxílio de recursos de acessibilidade.

Reconhecemos que cada opção de ação traz um conjunto de trade-offs, e as tecnologias atuais para a modalidade fechada individual de fato possuem algumas desvantagens, relacionadas, por exemplo, à distância focal e ao nível de brilho gerado. Por outro lado, é a única modalidade que permite que os recursos de acessibilidade sejam disponibilizados apenas para aqueles que assim o desejarem, reduzindo o inconveniente gerado à parcela do público espectador que não empregará tais recursos.” – Ancine.

Resumindo, eles reconhecem que esse modelo tem desvantagens, mas o escolheram porque não desejam afetar o público que não precisa  da acessibilidade.

 

Por último…

A normativa sem dúvidas é um passo na direção certa, embora a forma como a acessibilidade foi determinada esteja gerando tanta polêmica. Não deixe de fazer sua parte, enviando sua opinião para a ANCINE e sugerindo melhorias. Se você já testou alguma tecnologia dessa no cinema, comente o que achou! Se não testou, que tal procurar o cinema mais próximo, que já esteja adaptado, e ter essa experiência?

Se, após o prazo, não estiverem disponíveis os recursos de acessibilidade, as penalidades vão desde advertência até multa de cem mil reais, em processo administrativo ainda a ser regulamentado. Portanto, fique de olho e denuncie se não tiver acessibilidade!

Fonte: Crônicas da Surdez – Paula Pfeifer Moreira


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Como a tecnologia está aperfeiçoando os dispositivos para superar a perda de audição. Há modelos hiperconectados, minimalistas, ultrarresistentes…

Ludwig van Beethoven (1770-1827) já estava praticamente surdo quando começou a criar, aos 48 anos, sua obra mais famosa, a Nona Sinfonia. Se existissem aparelhos auditivos na Viena do século 19, o compositor, que sofria de otosclerose, doença genética que compromete a estrutura interna do ouvido, teria conseguido trabalhar até o fim da vida.

Quase dois séculos depois, esses dispositivos eletrônicos prestam serviço a pessoas nas mais diversas faixas etárias e ocupações – de músicos a quem curte “apenas” ouvir um som. E, agora, dão um concerto de modernidade: estão cada vez menores e mais conectados, são à prova d’água e ostentam baterias de longa duração.

Não pense que é pouca gente que deve comemorar a tendência. No Brasil do século 21, algo em torno de 10 milhões de cidadãos apresentam algum grau de perda auditiva. Desse total, 2 milhões não ouvem quase nada e só se comunicam quando o interlocutor aumenta bastante o tom de voz.

A causa mais prevalente de perda auditiva é o envelhecimento. No entanto, a surdez decorrente de poluição sonora tem ocorrido em uma idade cada vez mais precoce. É isso que amplia o escopo de atuação dos aparelhos auditivos. Sempre que a perda de audição interferir na comunicação e no aprendizado, o médico deve indicar o uso de aparelhos auditivos.

O déficit auditivo tem, em geral, dois grupos de causas:

  • as congênitas, como a otosclerose de Beethoven, e
  • as ambientais, caso da idade e da exposição a barulho.

Diante de suspeitas, o conselho é fazer os exames audiológicos. O ideal é detectar o problema quanto antes. Isso não quer dizer que a deficiência vai estacionar ou regredir, mas, com o uso de uma prótese, se consegue maximizar a audição do usuário.

 

Os dispositivos modernos

É aí que entra a nova geração de aparelhos auditivos. Falamos de apetrechos que, de tão pequenos, praticamente somem na mão do usuário. De versões com baterias duradouras. De modelos que se conectam à internet e a outras plataformas.

O futuro já começou nesse mercado que, só nos Estados Unidos, tende a crescer 5% ao ano – algo que deve ecoar no Brasil. O tamanho do aparelho ainda é o maior atrativo para quem sofre de perda auditiva. Quanto menor, melhor para o paciente.

O segredo está nas baterias de íons de lítio, semelhantes às usadas em celulares. O fato de o indivíduo não precisar manusear baterias microscópicas encoraja muitos deles, principalmente os mais idosos, a aderir ao uso.

Há ainda modelos que permitem fazer mergulhos de até 1 metro de profundidade durante 30 minutos. E detalhe: ouvindo música durante o nado.

De fato, por mais arrojados que sejam os novos modelos, a relutância em usá-los ainda é grande. Para muitos, aparelho auditivo é sinônimo de velhice ou, pior, surdez. E nem adianta argumentar que pessoas usam óculos de grau e, nem por isso, são chamadas de cegas. Puro preconceito ou falta de informação, né?

Essa rejeição costuma ser natural no início, mas depois que é explicado que o aparelho vai ajudar a recuperar a habilidade de ouvir e interagir, as pessoas tendem a perder o preconceito.

Em nome da discrição, porém, empresas já vêm bolando aparelhinhos totalmente internos – ao contrário das versões tradicionais, esses dependem de um procedimento para a instalação. No Brasil, 35 pacientes, com graus de deficiência de leve a severa, já se submeteram à técnica que consiste em implantar um dispositivo de 3,5 milímetros de espessura dentro do ouvido. A exemplo dos modelos convencionais, ele amplifica o som que chega ao ouvido. Só que fica debaixo da pele e ninguém vê.

O fim do silêncio

Apesar da eficácia nos casos de déficit leve ou moderado, há situações que os aparatos de última geração não resolvem. Quando a perda auditiva é profunda, por exemplo, não raro a solução recai no implante coclear. Nessa intervenção, eletrodos fazem as vezes da cóclea, lá dentro da orelha. A técnica é indicada nos graus severo e profundo ou quando os aparelhos já não oferecem benefício.

 

Perda auditiva não escolhe idade

Na infância, ela pode ser causada por infecções, lesões na cabeça ou remédios tóxicos ao ouvido. O tratamento deve ocorrer logo após o diagnóstico. Caso contrário, ocorrem prejuízos ao córtex auditivo.

Ainda que isso aconteça, felizmente existe um número expressivo de aparelhos para os pequenos. Uns com luzes que indicam falta de bateria, outros com presilhas que evitam a perda da prótese. Porém as crianças precisam de uma equipe bem treinada para ajudá-las a se adaptar ao dispositivo.

 

Os graus da perda de audição

Leve: a pessoa até interage em um bate-papo entre amigos, mas tem dificuldade para decifrar cochichos, por exemplo.

Moderada: não se consegue falar ao telefone ou assistir à televisão sem aumentar o volume do aparelho.

Severa: é impossível manter uma conversa em tom normal (60 dB). O indivíduo só consegue escutar ou se faz entender em volume bem alto.

Profunda: a pessoa escuta apenas ruídos estridentes como os de buzina, de britadeira ou aparelho de MP3 no volume máximo (entre 110 e 130 dB).

FONTE: Revista Saúde


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As dificuldades de aprendizagem na escola são muito frequentes e, na maioria das vezes, estão relacionadas ao desempenho na leitura e na escrita, tanto na forma, como no conteúdo. Em alguns casos, os déficits escolares podem ser superados, em curto espaço de tempo, com algumas orientações, pois se devem a uma metodologia de ensino inadequada. No entanto, um número expressivo de crianças apresenta um transtorno específico da aprendizagem e merece uma avaliação mais cuidadosa em busca de um melhor diagnóstico, no sentido de identificar a maneira mais adequada de ajudá-las.

Uma audição normal é extremamente importante para o desenvolvimento da leitura e da escrita, pois a base da leitura é o conhecimento de que cada letra corresponde a um som. Nos recém-nascidos, a prevalência de deficiência auditiva é de aproximadamente um em cada mil nascimentos. A realização do Teste da Orelhinha ajuda a identificar crianças que nascem com perda auditiva, possibilitando um atendimento desde os primeiros meses de vida. No entanto, algumas vezes, a criança nasce com audição normal, mas apresenta uma perda congênita progressiva que pode prejudicar o aprendizado. Mais frequente ainda é a perda auditiva leve ou moderada decorrente de otite média.

A incidência de otite média está aumentando como resultado do maior ingresso, e cada vez mais precoce, nos berçários e creches. Considerando que uma criança que frequente creche pode apresentar cerca de 10 infecções virais ao ano e que, conforme estudos recentes, mais de 50% podem ser complicadas por uma otite média, é extremamente importante que tenha sua audição reavaliada ao iniciar o período escolar, mesmo que o resultado do Teste da Orelhinha tenha sido normal e que os pais acreditem que ela ouve bem.

Geralmente, a criança que apresentou vários episódios de otite média nos dois primeiros anos de vida normaliza completamente a audição quando ocorre a cura da doença, no entanto, o processamento auditivo pode permanecer alterado, provocando transtornos da aprendizagem.

Uma boa audição e um bom processamento auditivo são extremamente importantes numa sala de aula, por exemplo, em que o aluno deve focar a atenção no que é dito pelo professor e ignorar qualquer outro estímulo que possa interferir negativamente na escuta: conversa dos colegas, arrastar de cadeiras, passos no corredor, barulho do ventilador, buzinas na rua ou gritaria no pátio da escola. A criança que apresenta processamento auditivo central normal entenderá a professora com facilidade, enquanto a que tem alteração da audição ou do processamento poderá ter dificuldade em compreender o que está sendo dito, o que pode interferir negativamente no seu processo de aprendizagem.

Sempre que uma criança apresentar transtorno da aprendizagem deve ser incluída na bateria de exames uma avaliação da audição e do processamento auditivo, antes que se inicie qualquer tipo de atendimento. Quando a causa é identificada, a terapia específica para o problema é muito mais rápida e eficaz.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria


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O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva, é um pequeno dispositivo eletrônico que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a amplificar as ondas sonoras, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda.

Os aparelhos auditivos são indicados para quem percebeu que vem ouvindo menos. Isso pode acontecer devido à exposição a sons muito altos por tempo prolongado, ruídos, zumbidos, envelhecimento ou por causa de doenças.

Para o funcionamento do aparelho auditivo ele contém: microfone, amplificador, receptor, bateria, adaptadores e o chip de processamento sonoro.

O microfone é necessário para captar o som, o amplificador para ampliar as ondas sonoras, o receptor é responsável por enviar o som amplificado para o ouvido e as baterias devem ser trocadas de 5 a 15 dias, a troca varia da marca do aparelho e da bateria, na maioria dos casos o aparelho indica quando a bateria está fraca, dando um sinal sonoro.

O som enviado pelo aparelho é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Existem diversos modelos de aparelhos, eles variam tanto no tamanho como no tipo de cada amplificação. Os modelos são indicados de acordo com a necessidade auditiva de cada paciente.

Dentre estes modelos temos Receptor no canal (RIC), Retroauricular (BTE), Intracanal, Micro canal (CIC) e Invisível no Canal. (IIC).

Os aparelhos podem ter diferenças na qualidade sonora, quando captam os sons e na clareza da fala. Quanto mais alta a qualidade do aparelho auditivo, mais natural será a vivência auditiva do paciente.

Com o avanço dos aparelhos nos último anos, já se encontram aparelhos auditivos com tecnologia bem avançada trazendo conectividade com smartphones, telefone fixo, televisão e outros dispositivos eletrônicos.

Ao manusear o aparelho auditivo deve-se tomar muito cuidado, pois o aparelho é um dispositivo frágil e pode danificar facilmente.

É importante levar o aparelho para uma revisão e manutenção sempre que não estiver funcionando corretamente e também, é recomendável tirar sempre que tomar banho, praticar exercícios físicos e dormir.


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A descoberta da perda auditiva gera nos pais e responsáveis uma série de dúvidas e sentimentos, como angústias e negação, sobre as possibilidades de desenvolvimento da criança. Então é importante lembrar que vocês não estão sozinhos e existem muitas possibilidades de garantir o melhor desenvolvimento da criança. Desde o momento do diagnóstico, começa uma corrida contra o tempo para alinhar o melhor acesso à informação, por meio do uso da tecnologia, com o desenvolvimento das habilidades da criança. Por este motivo, a adaptação é o primeiro passo.

Existem duas tecnologias que podem (re)conectar as crianças aos sons: aparelhos auditivos ou implante coclear. Mas para definir qual deve ser usado, depende do grau e tipo de perda, idade da criança, aspectos observados no desenvolvimento, entre outros fatores. O uso desses recursos deve ser combinado à terapia com um fonoaudiólogo, profissional especializado no tratamento das alterações de audição e linguagem. Esse acompanhamento é essencial para possibilitar o desenvolvimento das habilidades de audição e linguagem. A terapia fonoaudiológica é tão importante quanto o uso regular dos dispositivos tecnológicos

Para auxiliar na escola e não atrapalhar os estudos e o desenvolvimento da criança, os acessórios de conectividade são essenciais. Além, é claro, de um professor instruído para auxiliar o aluno com a perda auditiva.

Existem aparelhos auditivos específicos para adaptação em bebês e crianças pequenas. Esses aparelhos são desenvolvidos para oferecer o melhor acesso à informação de fala, de modo seguro e confortável para a criança. E para deixa-las mais confortáveis e seguras, existem diferentes cores, travas de segurança, resistência à água e sujeiras, e compatibilidade com tecnologias.

No Instituto Otovida temos atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados, além de tratamentos e reabilitação para os melhores resultados.


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A Dificuldade de ouvir o que as pessoas falam, a falta de compreensão, entre outras barreiras na comunicação afastam as pessoas do convívio diário e pode se tornar um problema ainda maior, até mesmo atingir o psicológico da pessoa, prejudicando sua qualidade de vida e de seus familiares, podendo até levar a um declínio cognitivo.

Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A perda auditiva gera um grande isolamento social, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

Ao sentir alguma dificuldade em ouvir, deve-se procurar um médico para avaliar a perda auditiva, em muitos casos é indicado o uso de aparelhos auditivos.


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Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

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Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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