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Nos casos da dor de garganta de origem não infecciosa ocorre pelo uso excessivo da voz, irritação a ar seco e fumaça, alergias, refluxo e até mesmo câncer.

Mas no caso da dor de garganta de origem infecciosa existem várias causas.

A infecção viral é 20 vezes mais comum do que a bacteriana, e a porta de entrada são as vias aéreas, e o contágio pode ocorrer tanto pelo ar quanto pelo contato das mãos contaminadas com o nariz.

Os vírus ou bactérias infectam células e se multiplicam na área da garganta. O sistema imune reage, desatando uma inflamação. Se o agente for um vírus, o contra-ataque do organismo acontece em toda a região. Quando a causa é uma bactéria, a batalha tende a se concentrar nas amígdalas.

A ofensiva viral e a reação inflamatória despertada por ela afetam toda a mucosa da garganta, gerando vermelhidão, coceira, inchaço e dor. Na bacteriana, as amígdalas ficam inchadas e podem sediar uma placa esbranquiçada, o pus. A febre pode dar as caras em ambos os casos.


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A perda auditiva no idoso, faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. Isso acontece, devido à morte de algumas células auditivas. Cerca de 11% dos pacientes entre 44 e 54 anos já apresentam alguma perda auditiva. Este percentual sobe para 25% entre as pessoas de 55 e 65 anos e chega a quase 50% da população com mais de 70 anos.

Componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo de perda progressiva da audição ao longo da vida (presbiacusia).

Por isso, no decorrer do dia-a-dia cuide da sua saúde e da sua audição.

Previna-se da perda auditiva na terceira idade!


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Perda auditiva leve

Incapacidade de ouvir sons fracos e dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso.

Perda auditiva moderada

Incapacidade de ouvir sons fracos e de intensidade moderada, dificuldade considerável em entender a fala, especialmente na presença de ruído de fundo.

Perda auditiva severa

Incapacidade de ouvir a maioria dos sons. Os falantes precisam aumentar a intensidade da voz para que os ouçam. As conversas em grupo são possíveis, mas somente com considerável esforço.

Perda auditiva profunda

Alguns sons muito intensos são audíveis, mas a comunicação sem aparelhos auditivos ou linguagem oral é muito difícil.

E você, se identificou com algum grau de perda auditiva ou conhece a


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A audição é um dos sentidos que possibilita novos aprendizados, tranquiliza a mente e ajuda-nos a melhorar a visão de mundo, mas apesar de todas essas maravilhas, muita gente não toma os devidos cuidados para manter a sensibilidade aos sons bem apurada.

Existem várias causas da perda auditiva que atingem não só idosos, mas também jovens e adultos.

Infecções

Entre os principais problemas que levam à perda da audição, estão as infecções, como a otite. Elas podem ser causadas por bactérias ou vírus, principalmente como sintoma de outras doenças: por exemplo, uma forte gripe ou uma alergia.

Perfurações do tímpano

A perfuração do tímpano pode acontecer por meio de atitudes pouco saudáveis, entre elas, a limpeza da orelha com materiais pontiagudos, como tubo de caneta, grampo de cabelo e até hastes flexíveis. No entanto, a causa mais comum da perfuração do tímpano também é a otite média, em razão das infecções. A pessoa sente uma intensa dor e sofre com sangramentos, coceira, zumbidos, diminuição da audição e presença de secreções amarelas.

Uso indevido de tecnologias

Atualmente, ouvir músicas em volume muito alto, por meio dos fones de ouvido, é um dos principais fatores responsáveis por inúmeros problemas na audição. A orientação é sempre manter o volume em uma escala agradável – Essa é uma das principais causas da perda auditiva entre os jovens. Esse tipo de lesão causada pelo fone de ouvido provoca uma perda auditiva irreversível  e que só pode ser corrigida por meio do uso de aparelhos auditivos.

Barulho intenso no trabalho

Outra causa da perda auditiva é a exposição a barulhos intensos no ambiente de trabalho, como aqueles provenientes de máquinas, soldas, furadeiras, guitarras, baterias, baixos e afins.

É dever dos empregadores garantir que todos os profissionais tenham acesso a EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) – o protetor auricular faz parte dos EPIs. O seu formato e o tecido de silicone protegem a audição de altas intensidades sonoras e garantem o conforto do trabalhador.

Fonte: Comunicare


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Audiologia é um ramo da ciência que estuda a audição, o equilíbrio e distúrbios relacionados.

O profissional que trata pessoas com perda de audição, e de forma proativa, evitando danos relacionados, são os(as) fonoaudiólogos(as). Os exames realizados pelo(a) fonoaudiólogo(a) audiologista são:

*Audiometria com reforço visual
*Audiometria de observação comportamental
*Audiometria lúdica
*Audiometria tonal
*Audiometria vocal
*Avaliação do processamento auditivo
*Emissões otoacusticas
*Acufenometria
*Imitanciometria
*Potencial Evocado auditivo de tronco encefálico – PEATE
*Seleção de prótese auditiva
*Vectoeletronustagmogafia – VENG

Além dos exames de audição, os(as) fonoaudiólogos(as) audiologistas também trabalham com a reabilitação:

*Reabilitação auditiva
*Adaptação de aparelhos auditivos
*Terapia de processamento auditivo

Os estudos audiológicos podem ser solicitados desde os primeiros dias de vida até o envelhecimento, e o especialista tem como principal atribuição restabelecer o funcionamento adequado da função auditiva, acompanhar a adaptação de próteses e instituir exercícios para a reabilitação sonora.


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A área de Motricidade Orofacial, dentro da Fonoaudiologia, cresceu muito nos últimos tempos tendo se subdividido em muitas outras subáreas. O objetivo principal do trabalho nesta especialidade é a habilitação ou reabilitação das funções orofaciais como a sucção, mastigação, deglutição, respiração e articulação da fala.

Além da melhoria dos hábitos prejudiciais, das posturas e funcionamento das estruturas orais e faciais, outras interfaces de trabalho foram criadas.

Em pacientes com alterações do tipo fissuras palatinas, paralisia cerebral, câncer de cabeça e pescoço e ronco, a Medicina, a Odontologia e a Fonoaudiologia têm realizado um trabalho conjunto bastante integrado.

Os idosos, os bebês de risco, os pacientes com disfagia, paralisia facial, doenças neuromusculares, AIDs e os queimados de face e pescoço, também têm sido alvo do trabalho conjunto entre a Fonoaudiologia e a Medicina.


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A alimentação é um ponto a ser acompanhado de perto. Mais do que uma necessidade, alimentar-se é também um ato de socialização, que une pessoas, da amamentação aos jantares de negócios ou reuniões em família, isso sem falar na satisfação do prazer de comer.

São sensações que não precisam ficar apenas na lembrança do idoso. Com algumas dicas é possível continuar a alimentação de forma adequada, reconhecer alterações neste processo e procurar o tratamento adequado.

O QUE É DISFAGIA?

A disfagia é uma alteração na deglutição, ou seja, no ato de engolir alimentos ou saliva. Pode ocorrer em diferentes fases da vida, especialmente em idosos, podendo trazer sérias consequências à saúde.

Na disfagia ocorre um desvio do alimento ou da saliva, obstruindo parcialmente ou completamente as vias respiratórias.

Esse desvio pode ser facilitado também pelo envelhecimento natural de estruturas envolvidas na deglutição (lábios, língua, bochechas, etc.).

Além do envelhecimento das estruturas, o acidente vascular encefálico (derrame), traumatismo craniano, doenças neurológicas como #Parkinson, #Alzheimer, #distrofias musculares e #câncer de cabeça e pescoço podem causar a disfagia.

Pode ainda surgir devido a próteses dentárias mal adaptadas, refluxo gastroesofágico grave e após longos períodos de entubação.

A disfagia além de provocar problemas emocionais e isolamento social, causa problemas sérios como #desidratação, #desnutrição e #pneumonia, além do risco de morte por asfixia.

As alterações da deglutição, devem ser diagnosticadas e tratadas por #médicos, #enfermeiros, #nutricionistas e, fundamentalmente, #fonoaudiólogos, que são os profissionais aptos ao trabalho específico da função.

No Instituto Otovida você em encontra profissionais capacitados para orientar e realizar o tratamento adequado para o seu problema.

Fonte: CONSELHOS DE FONOAUDIOLOGIA


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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